Ordem dos Médicos alega que não há "má prática" nos cuidados intensivos da ilha Terceira

Ordem dos Médicos alega que não há "má prática" nos cuidados intensivos da ilha Terceira

 

Lusa/AO online   Regional   26 de Jan de 2015, 17:28

A Ordem dos Médicos salientou, em comunicado, que não detetou "má prática" de medicina na unidade de cuidados intensivos do hospital da ilha Terceira alegando que a população pode estar tranquila.

"O Conselho Regional do Sul está em condições de informar a população da ilha Terceira, e de outras ilhas cujas populações recorrem a este hospital, que os doentes tratados na unidade de cuidados intensivos não correm quaisquer riscos relacionados com má prática, falta de empenho ou má organização e que a medicina evolui à velocidade própria dos nossos tempos e que essa nova medicina favorece os doentes", pode ler-se num comunicado de imprensa.

A posição da Ordem dos Médicos surge na sequência de um abaixo-assinado dos enfermeiros daquela unidade de cuidados intensivos entregue, em fevereiro de 2014, à administração do hospital, e divulgado pela comunicação social local no início de outubro, em que era denunciada "falta de rigor técnico-científico" e de "princípios éticos e deontológicos" e "redução do investimento terapêutico", entre outras queixas.

O abaixo-assinado dos enfermeiros deu origem a um inquérito interno, que alegadamente terá provocado a demissão em bloco do conselho de administração do hospital, e a um inquérito do Ministério Público, que ainda está a decorrer.

Também a Ordem dos Enfermeiros e a Ordem dos Médicos iniciaram processos de averiguação.

Segundo o comunicado agora divulgado, uma comissão da Ordem dos Médicos, formada por membros do Conselho Regional do Sul, liderada pelo seu presidente, Jaime Teixeira Mendes, e por dois representantes do Colégio da Especialidade de Medicina Intensiva, visitou o hospital no dia 24 de janeiro e concluiu que a unidade de cuidados intensivos funciona com "tranquilidade".

"Após ouvir individualmente vários médicos e responsáveis de serviço, o Conselho Regional do Sul confirmou que a UCI presta cuidados de acordo com as técnicas mais avançadas desta especialidade e funciona neste momento com a tranquilidade desejável e o empenho total da equipa médica, que sublinhou a esta comissão a forma profissional e de crescente adaptação a novos métodos que tem revelado também a equipa de enfermagem", refere o comunicado.

A Ordem dos Médicos disponibiliza-se ainda a acompanhar todas as diligências no âmbito do inquérito que decorre no Ministério Público, mas reitera que as acusações do abaixo-assinado não têm fundamento.

"As alegações de má prática são completamente destituídas de conteúdo e eventuais polémicas em torno do funcionamento deste ou de outros serviços acontecem em todos os hospitais e são normalmente resolvidas pelos seus profissionais, no quadro das suas competências técnicas e da sua articulação no trabalho", pode ler-se no comunicado.

A Ordem dos Médicos salientou hoje, em comunicado, que não detetou "má prática" de medicina na unidade de cuidados intensivos do hospital da ilha Terceira, nos Açores, alegando que a população pode estar tranquila.

"O Conselho Regional do Sul está em condições de informar a população da ilha Terceira, e de outras ilhas cujas populações recorrem a este hospital, que os doentes tratados na unidade de cuidados intensivos não correm quaisquer riscos relacionados com má prática, falta de empenho ou má organização e que a medicina evolui à velocidade própria dos nossos tempos e que essa nova medicina favorece os doentes", pode ler-se num comunicado de imprensa.

A posição da Ordem dos Médicos surge na sequência de um abaixo-assinado dos enfermeiros daquela unidade de cuidados intensivos entregue, em fevereiro de 2014, à administração do hospital, e divulgado pela comunicação social local no início de outubro, em que era denunciada "falta de rigor técnico-científico" e de "princípios éticos e deontológicos" e "redução do investimento terapêutico", entre outras queixas.

O abaixo-assinado dos enfermeiros deu origem a um inquérito interno, que alegadamente terá provocado a demissão em bloco do conselho de administração do hospital, e a um inquérito do Ministério Público, que ainda está a decorrer.

Também a Ordem dos Enfermeiros e a Ordem dos Médicos iniciaram processos de averiguação.

Segundo o comunicado agora divulgado, uma comissão da Ordem dos Médicos, formada por membros do Conselho Regional do Sul, liderada pelo seu presidente, Jaime Teixeira Mendes, e por dois representantes do Colégio da Especialidade de Medicina Intensiva, visitou o hospital no dia 24 de janeiro e concluiu que a unidade de cuidados intensivos funciona com "tranquilidade".

"Após ouvir individualmente vários médicos e responsáveis de serviço, o Conselho Regional do Sul confirmou que a UCI presta cuidados de acordo com as técnicas mais avançadas desta especialidade e funciona neste momento com a tranquilidade desejável e o empenho total da equipa médica, que sublinhou a esta comissão a forma profissional e de crescente adaptação a novos métodos que tem revelado também a equipa de enfermagem", refere o comunicado.

A Ordem dos Médicos disponibiliza-se ainda a acompanhar todas as diligências no âmbito do inquérito que decorre no Ministério Público, mas reitera que as acusações do abaixo-assinado não têm fundamento.

"As alegações de má prática são completamente destituídas de conteúdo e eventuais polémicas em torno do funcionamento deste ou de outros serviços acontecem em todos os hospitais e são normalmente resolvidas pelos seus profissionais, no quadro das suas competências técnicas e da sua articulação no trabalho", pode ler-se no comunicado.

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