Piedade Lalanda quer garantir "respostas claras" aos idosos

Piedade Lalanda quer garantir "respostas claras" aos idosos

 

Lusa/AO online   Regional   9 de Nov de 2012, 16:26

A secretária regional da Solidariedade Social dos Açores, Piedade Lalanda, apontou esta sexta-feira como propósitos do novo Governo Regional "um atendimento correto" e "respostas claras" ao nível das políticas da terceira idade para evitar a falta de apoios por "desconhecimento".

“Em matéria de política de idosos e de solidariedade social, eu gostaria que ninguém ficasse sozinho, que ninguém ficasse isolado, que ninguém ficasse sem apoios porque desconhece que tem ajuda possível, porque ninguém o informou ou não existiu um atendimento ou acolhimento correto”, afirmou.

A secretária regional da Solidariedade Social falava no seu primeiro ato público num almoço que juntou cerca de 200 idosos do concelho da Lagoa, promovido pela câmara.

Piedade Lalanda disse que "às vezes pode não haver a resposta ideal", mas frisou a necessidade de as pessoas receberem "uma informação e um atendimento humano para que se sintam acolhidas quando se dirigirem a um serviço e recebam uma resposta clara".

"Este vai ser um propósito desta legislatura, deste mandato. Vamos fazer tudo para que os idosos da nossa região não fiquem sozinhos, tenham sempre alguém a quem se possam dirigir", frisou a governante, apontando como outro objetivo apoiar a mobilidade dos mais velhos, seja para “poderem sair da sua ilha, frequentar um centro de convívio ou dar um passeio".

A secretária regional assegurou ainda haver uma parceria entre o executivo regional e as autarquias nos Açores, alegando que "não faz sentido que o Governo faça para um lado e as câmaras municipais façam para outro".

O presidente da Câmara Municipal da Lagoa, João Ponte, destacou também a importância do apoio aos idosos e afirmou que "no próximo ano será garantido o mesmo tipo de apoio social que tem vindo a ser disponibilizado".

O autarca referia-se, por exemplo, ao cartão do idoso, cujo valor do apoio aos medicamentos "será reforçado ligeiramente", tendo em conta as dificuldades que as famílias enfrentam.


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