Nuno Melo clama "legitimidade acrescida" para coligação e diz que Costa não perdeu "por pouchinho"

Nuno Melo clama "legitimidade acrescida" para coligação e diz que Costa não perdeu "por pouchinho"

 

Lusa/AO online   Nacional   4 de Out de 2015, 19:53

O vice-presidente do CDS-PP Nuno Melo defendeu que as projeções apontam para que a coligação Portugal à Frente (PSD/CDS-PP) tenha uma "legitimidade acrescida" e que o PS não tenha perdido "por poucochinho" mas com uma "derrota clara".

 

"O PS pode ter ficado com um resultado igual ao inferior aos das eleições europeias, o que significa também que o doutor António Costa, assim sendo, teve uma derrota clara, o que significa que não perdeu por poucochinho, foi mesmo uma derrota clara", afirmou Nuno Melo, numa declaração aos jornalistas no hotel de Lisboa em que decorre a noite eleitoral da coligação.

Nuno Melo fez, assim, alusão à expressão usada pelo secretário-geral do PS, António Costa, para descrever a vitória do seu antecessor, António José Seguro, nas europeias de maio do ano passado, resultado que abriu caminho para que Costa disputasse e ganhasse a liderança socialista.

"Obviamente, um resultado destes, com mais votos e mais votantes, dá-nos uma legitimidade acrescida, reforça uma legitimidade que já era natural em democracia. Todo o espírito construtivo que tivemos na campanha, essa extraordinária campanha, será mantido dora avante no exercício do poder, para o qual fomos mandatados", sustentou Nuno Melo.

O primeiro ‘vice' centrista, que falava ao lado do vice-presidente social-democrata Marco António Costa, agradeceu aos eleitores tradicionais de PSD e CDS mas também a "todo os outros que, com esta escolha, quiseram significar um vencedor claro".

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