Marcelo felicita Juan Manuel Santos pela "merecida atribuição" do Nobel

Marcelo felicita Juan Manuel Santos pela "merecida atribuição" do Nobel

 

Lusa/AO online   Nacional   7 de Out de 2016, 12:21

O chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa, enviou hoje, em seu nome pessoal e do povo português, uma mensagem de felicitações ao Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, pela "merecida atribuição" do prémio Nobel da Paz.

 

Na carta dirigida a Juan Manuel Santos, divulgada na página da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa considera que esta foi uma "merecida atribuição" do Nobel da Paz, "pela sua iniciativa e êxito no histórico acordo de paz alcançado na Colômbia, destinado a pôr termo a um conflito que durou mais de cinco décadas e que tanto sofrimento trouxe ao povo colombiano".

O Presidente da República manifesta a esperança de que o acordo de paz entre o Governo da Colômbia e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), entretanto rejeitado em referendo, "se concretize o mais rapidamente possível".

Marcelo Rebelo de Sousa reafirma nesta carta que Portugal quer "trabalhar lado a lado com a Colômbia na fase, não menos importante, que é a da implementação da paz" e "contribuirá com meios humanos e financeiros, tanto para a força de estabilização como para o fundo fiduciário, criados para o efeito".

O chefe de Estado escreve que Portugal "partilha com a Colômbia laços fraternos, quer a nível bilateral, quer no seio da Comunidade Ibero-Americana" e diz aguardar com "grata expectativa" o próximo encontro com Juan Manuel Santos, por ocasião da Cimeira Ibero-Americana de Cartagena das Índias, na Colômbia, marcada para 28 e 29 deste mês.

O prémio Nobel da Paz foi hoje atribuído ao Presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, pelos seus esforços para pôr fim à guerra civil do país, que durou mais de 50 anos e matou pelo menos 220.000 colombianos, informou o Comité Nobel norueguês.

O prémio deve também ser visto "como um tributo ao povo colombiano, que apesar de grandes dificuldades e abusos, não perdeu a esperança de uma paz justa", assim como a todas as partes que contribuíram para o processo de paz, pode ler-se no comunicado do comité.


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