INE revê em baixa taxa de desemprego de agosto para 10,9%e estima 10,8% para setembro

INE revê em baixa taxa de desemprego de agosto para 10,9%e estima 10,8% para setembro

 

Lusa/AO Online   Economia   2 de Nov de 2016, 10:17

A taxa de desemprego situou-se em setembro nos 10,8%, segundo a estimativa provisória divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), que reviu em baixa os valores de agosto para 10,9%, face à estimativa inicial de 11%.

 

A estimativa provisória da população desempregada em setembro foi de 555,6 mil pessoas e a da população empregada foi de 4.567,5 mil pessoas, de acordo com os números divulgados.

A estimativa definitiva da taxa de desemprego de agosto, segundo o INE, foi de 10,9%, mantendo-se inalterada face ao mês anterior, o que representa uma revisão em baixa relativamente ao valor provisório publicado há um mês, em menos 0,1 pontos percentuais.

De acordo com o instituto, o valor provisório de setembro representa uma diminuição de 0,2% face ao valor definitivo do mês anterior e uma descida face ao valor definitivo de setembro de 2015 (12,4%).

A taxa de desemprego das mulheres (11,1%) foi superior à dos homens (10,6%) e a taxa de desemprego dos jovens situou-se em 26,5% (menos 0,2 pontos percentuais face a agosto, enquanto a dos adultos foi de 9,7% (mantendo-se inalterada face ao mês precedente).

O acréscimo mensal observado na taxa de desemprego de setembro resultou, segundo o instituto, do aumento da população desempregada (0,7% ou o equivalente a 3,6 mil pessoas) e do decréscimo da população empregada (0,4% ou o equivalente a 20,5 mil pessoas).

Para a redução homóloga, contribuiu a diminuição da população desempregada (12,7% ou o equivalente a 80,4 mil pessoas) e o acréscimo da população empregada (2% ou o equivalente a 89,1 mil pessoas).

A estimativa definitiva da população desempregada de agosto situou-se em 560,0 mil pessoas, mantendo-se praticamente inalterada em relação ao mês precedente.

A estimativa definitiva da população empregada de agosto foi de 4 574,6 mil pessoas, o que representa um aumento de 1,7 mil pessoas (o que corresponde a uma variação relativa quase nula), refere o INE.

 

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