Conjuntura

Indicador de consumo privado com maior queda desde 1978

Indicador de consumo privado com maior queda desde 1978

 

Lusa/AO online   Economia   18 de Nov de 2011, 15:55

O indicador coincidente do consumo privado do Banco de Portugal registou uma quebra de 3,9 por cento em Outubro deste ano, uma descida sem paralelo nos registos, que remontam a 1978.
De acordo com os indicadores de conjuntura de Novembro do Banco de Portugal, o indicador coincidente do consumo privado encontra-se em queda desde Dezembro de 2010, tendo-se vindo a agravar para lá dos três por cento a partir de Julho deste ano.

Por outro lado, o indicador de clima económico agravou-se em Outubro, mantendo o movimento descendente iniciado em Julho de 2010 e o consumo privado voltou a cair em Setembro, embora estabilizando face a Agosto, indicou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Os indicadores de conjuntura do banco central lembram os dados do INE para o terceiro trimestre deste ano, segundo os quais o índice de volume de negócios no comércio a retalho caiu 5,2 por cento em termos reais.

“Em Outubro de 2011, quer o indicador coincidente mensal para a evolução homóloga tendencial da actividade económica, quer o indicador coincidente mensal para a evolução homóloga tendencial do consumo privado, calculados pelo Banco de Portugal, caíram relativamente ao mês anterior”, pode ler-se no documento publicado pela instituição liderada por Carlos Costa.

O indicador coincidente da actividade económica do Banco de Portugal caiu 2,9 por cento em Outubro face ao período homólogo de 2010, segundo os indicadores da conjuntura divulgados pela instituição.

Segundo o documento do banco central, esta é a maior quebra desde Abril de 2009 no indicador coincidente da actividade económica, depois de ter registado uma descida de 2,4 por cento no mês anterior.
 

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