Governo diz que "pequenas carências" do SEF nos Açores serão resolvidas

Governo diz que "pequenas carências" do SEF nos Açores serão resolvidas

 

Lusa/AO Online   Regional   10 de Nov de 2014, 09:22

O secretário de Estado da Administração Interna prometeu hoje resolver "pequenas carências" ao nível administrativo no Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) nos Açores, região do país onde mais cresceu o número de imigrantes no último ano.

“A nível administrativo estão identificadas pequenas carências às quais vamos dar resposta. Já conversámos sobre isso com a direção regional. Iremos promover imediatamente as diligências necessárias para fazer esses pequenos ajustes no dispositivo do SEF na área administrativa”, afirmou aos jornalista João Almeida, após uma audiência com o presidente do Governo dos Açores, em Ponta Delgada.

O secretário de Estado da Administração Interna iniciou hoje em S. Miguel uma visita ao arquipélago, tendo ainda na agenda deslocações previstas às ilhas Terceira, Faial e Pico.

A descontinuidade geográfica no arquipélago, com vários postos de fronteira marítimos e aéreos, exige do SEF, segundo João Almeida, “uma presença muito significativa e múltipla”.

O governante considerou “significativo registar” que os Açores foram no último ano a única região do país onde o número de imigrantes cresceu, facto que “comprova a atratividade da região e isso é bom para o país”.

Vivem atualmente na região, segundo a Associação dos Imigrantes nos Açores (AIPA), mais de 3.600 imigrantes, grande parte dos quais veio trabalhar para a construção civil, sendo que só no concelho de Ponta Delgada (ilha de S. Miguel) vivem 60 nacionalidades, representando cerca de 36% do total da população estrangeira a residir no arquipélago.

Para o presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, a “atenção e cuidado” do Governo da República em monitorizar as necessidades e serviços do SEF no arquipélago satisfaz o executivo regional.

“É importante para os Açores, desde logo pela sua posição geográfica, e pelo facto de por essa via se afirmar também uma função importante e essencial do Estado aqui na nossa região”, afirmou Vasco Cordeiro.


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