Galp brilha e puxa bolsa para terreno positivo


 

Lusa/AO online   Economia   14 de Dez de 2007, 17:23

A Euronext Lisboa fechou em alta esta sexta-feira, em sintonia com as congéneres europeias, com o PSI 20 a subir 1,79 por cento, para 13.065,17 pontos, puxado por banca e EDP e com Galp a brilhar.
    Dos 20 títulos que integram o principal índice da bolsa portuguesa, 15 subiram, quatro desceram e um ficou inalterado, numa sessão de elevada liquidez.

    Pela positiva destaque para Galp Energia, BCP, BPI e também para a EDP.

    Do lado negativo referência para Jerónimo Martins, Altri, REN e Soares da Costa, únicos títulos que encerraram em queda.

    A Europa encerrou em alta, recuperando parte das quedas da sessão anterior, puxada sobretudo por títulos do sector financeiro e petrolífero.

    Entre as subidas mais acentuadas ficaram os bancos UBS, Barclays, BBVA, ING e HSBC, assim como as petrolíferas Total, Eni, BP e Royal Dutch Shell.

    As seguradoras Allianz e Aviva, a Suez e as farmacêuticas GlaxoSmithKline e Roche terminaram também o dia entre os maiores ganhos.

    Nas quedas referência para as mineiras Anglo American, BHP Billiton e Rio Tinto.

    O índice de referência DJ Stoxx 50 fechou a subir 0,46 por cento, para 3.721,8 pontos, e o Euronext 100 encerrou a ganhar 0,48 por cento, para 993,93 pontos.

    As valorizações nas congéneres da bolsa portuguesa oscilaram entre os 0,16 por cento de Milão e os 0,52 por cento de Londres.

    A Euronext Lisboa protagonizou a maior subida do exterior, num dia em que a Galp esteve em destaque.

    A energética liderou as valorizações com um ganho de 5,64 por cento para 16,30 euros, depois de ter tocado novo máximo de sempre nos 16,75 euros, perante perspectivas de novas descobertas de petróleo no Brasil e depois de ter ficado pré-qualificada para concorrer como operador na próxima ronda de licitação de blocos em Angola.

    A EDP somou 1,77 por cento para 4,6 euros, enquanto a REN desceu 0,54 por cento para 3,68 euros.

    As desvalorizações foram lideradas pela Jerónimo Martins, com uma descida de 1,11 por cento para 5,34 euros, pressionada por uma análise de uma casa de investimento estrangeira.

    No universo Sonae, a casa-mãe ficou inalterada nos 2 euros, enquanto Sonaecom e Sonae Indústria fecharam em alta de 0,27 e 0,97 por cento, para 3,75 e 7,29 euros, respectivamente.

    Hoje, a Sonae aprovou em assembleia geral extraordinária a cisão da Sonae Capital, empresa cujo conselho de administração será presidido por Belmiro de Azevedo.

    A Portugal Telecom somou 0,98 por cento para 9,25 euros e a PT Multimédia ganhou 1,68 por cento para 9,68 euros.

    Na banca, o BCP progrediu 3,65 por cento para 2,48 euros, o BPI avançou 2,48 por cento e o BES ganhou 0,65 por cento para 15,6 euros.

    O maior banco privado português foi o título mais negociado com 23 milhões de acções trocadas.

    A Brisa viveu também uma sessão positiva, encerrando a valorizar 1 por cento para 10,09 euros.

    Durante a sessão de hoje foram transaccionadas 75,6 milhões de acções, correspondentes a um volume de negócios de 334 milhões de euros.

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