Liga Europa

FC Porto vence CSKA em Sofia e mantém época irrepreensível

FC Porto vence CSKA em Sofia e mantém época irrepreensível

 

Lusa/AOnline   Futebol   30 de Set de 2010, 19:29

O FC Porto foi vencer o CSKA Sófia 1-0, um passo importante rumo ao apuramento no Grupo L da Liga Europa de futebol, reforçando uma época imaculada que já vai no pleno de 11 triunfos

Falcao (16 minuto) apontou o único golo dos “dragões” que lideram com seis pontos, tantos quantos o Besiktas, que em Viena ganhou 2-1 ao Rapid, que ainda não pontuou, tal como o CSKA.

Frente ao nono do campeonato da Bulgária, o conjunto de André Villas-Boas foi sempre melhor na primeira parte, revelando um futebol mais técnico e consistente, perante um adversário aguerrido, mas com dificuldades em ultrapassar a estrutura “azul e branco”.

Na etapa complementar tudo mudou, os portuenses não foram tão dominadores e revelaram alguns problemas de concentração que poderiam ter sido fatais. Ainda assim, foram mais fortes e justificaram o êxito.

O FC Porto cedo se instalou no meio campo adversário até chegar ao golo, com Hulk, em lance individual, a solicitar Falcão, que surgiu na área, mas aparentemente em posição irregular, e atirou para o fundo das redes com um toque subtil.

Os portistas baixaram o ritmo, mas continuavam a pressionar alto, pelo que nem assim o adversário foi ameaçador, antes pelo contrário: Hulk (36), Falcao (41 e 42) e Belluschi (45), com um remate de 30 metros à trave, estiveram mais perto de fazer o segundo.

A etapa complementar começou sob domínio luso, mas rapidamente o CSKA mostrou que ia dar mais luta, criando um conjunto de situações de apuro para Helton, que aos 52 viu Michel fazer o mais difícil e cabecear ao lado, sem marcação na sua “cara”.

Progressivamente, os búlgaros iam crescendo e explorando e provocando desconcentrações adversárias, dispondo de mais situações para “faturar” em zona privilegiada, mas Trecarichi (71) e Sheridan (74) voltaram a ser pouco eficazes, ambos de cabeça.

Belluschi (64), Maicon (68), também pelo ar, e Rodriguez (81), ameaçaram sentenciar numa fase mais incerta e mais emotiva, em que os “dragões” tinham mais dificuldade em controlar o ímpeto do opositor: ainda assim, Helton ainda tinha menos sustos que o seu rival e o resultado não se alterou.


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