Estado de emergência ambiental paralisou Santiago do Chile

Estado de emergência ambiental paralisou Santiago do Chile

 

Lusa/AO Online   Internacional   23 de Jun de 2015, 08:52

Santiago do Chile, capital do país anfitrião da Copa América de futebol, quase paralisou na segunda-feira devido ao "estado de urgência ambiental" decretado pelas autoridades.

 

As condições adversas, provocadas por um pico de poluição atmosférica, que cobriu a cidade com um denso manto de fumo, ‘travou’ quase metade do trânsito na capital, o que desencadeou o mais grave estado de alerta ambiental.

Este anúncio das autoridades chilenas não era feito desde 1999, com as condições a serem agravadas pelo calor e a falta de chuva, que colocaram em risco cerca de 6,7 milhões de pessoas, o número de habitantes em Santiago do Chile.

Na segunda-feira, várias escolas estiveram encerradas. As que abriram foram aconselhadas a abdicar das aulas de Educação Física.

Os transportes públicos tiveram uma adesão recorde, o que levou as autoridades a definirem corredores exclusivos para os autocarros.

A ministra da Saúde do Chile, Carmen Castillo, recomendou à população para evitar sair de casa, “a não ser que seja absolutamente necessário”.

Os centros de saúde registaram uma afluência ligeiramente superior ao normal, sobretudo de pessoas com problemas respiratórios.

Apesar dos problemas ambientais, a Confederação de Futebol da América do Sul (Conmebol) garantiu não estar prevista, para já, alguma alteração ao calendário original, numa altura em que a prova se prepara para os quartos de final, que começam quinta-feira com o confronto entre o anfitrião, o Chile, e o atual detentor do título, o Uruguai.


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