CTT distribuem nove milhões de euros aos trabalhadores e órgãos sociais

CTT distribuem nove milhões de euros aos trabalhadores e órgãos sociais

 

Lusa/AO online   Economia   29 de Jul de 2015, 18:08

Os CTT anunciaram a distribuição de nove milhões de euros aos trabalhadores, cujo critério de atribuição assenta no mérito, e aos órgãos sociais, no âmbito de uma política de partilha dos resultados da empresa.

 

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), os CTT adiantam que o lucro da empresa subiu 8,6% no primeiro semestre, face a igual período de 2014, para 39,2 milhões de euros.

Excluindo os rendimentos e gastos não recorrentes e considerando uma taxa de imposto sobre o rendimento teórica (nominal), o lucro subiu 21,8% para 44,6 milhões de euros, referem os CTT no mesmo comunicado.

"Materializando os princípios de uma política de partilha dos resultados alcançados pelos CTT com os seus colaboradores, procedeu-se em resultado da deliberação dos acionistas a atribuição de uma participação de lucros aos trabalhadores e órgãos sociais, num montante de nove milhões de euros", referem os CTT.

A repartição individual desta atribuição, acrescentam, "baseou-se no mérito e foi diferenciada, considerando os vários grupos funcionais, níveis de desempenho e taxas de ausência".

Os CTT lançaram um programa de formação (programa Trainee) "com os objetivos de captar e reter jovens de elevado potencial, promover o seu desenvolvimento no âmbito de um programa global estruturado, contribuir para o rejuvenescimento dos quadros de pessoal, fomentar uma cultura de mobilidade, preparar 'à medida' um 'pipeline' de líderes para o médio prazo e posicionar" a empresa como empregadora de primeira escolha.

"Durante o primeiro semestre procedeu-se à estruturação do programa e realizaram-se as várias fases de seleção dos candidatos para o primeiro programa a iniciar em setembro" próximo, acrescentou.

Os CTT adiantam que o quadro empresarial da empresa rejuvenesceu, "recrutando no mercado novos trabalhadores, com conhecimentos e competências acrescidas".

As alterações no âmbito do plano de saúde, subsídios e tempo/flexibilidade do trabalho vão promover uma redução dos custos da empresa, enquanto aos aumentos salariais terão um impacto de sentido inverso, adiantam.

"Contudo, enquanto os aumentos salariais tiveram efeitos a partir de 01 de janeiro de 2015, as restantes serão graduais ao longo de 2015 e 2016, estando o benefício total somente visível a partir do segundo semestre de 2016", referem.


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