Cooperativa Leite Montanha lança novos queijos

Cooperativa Leite Montanha lança novos queijos

 

AO online   Regional   18 de Mai de 2018, 10:42

A Cooperativa Leite Montanha, da ilha do Pico, apresentou, esta quinta-feira, os novos queijos que passará a comercializar.


O secretário regional da Agricultura e Florestas esteve presente na apresentação pública dos novos produtos, tendo enaltecido o carácter empreendedor da cooperativa picoense.

Para João Ponte, o passo que a fábrica da ilha do Pico agora dá, com a produção de novos queijos, além de ser um bom exemplo do ponto de vista da inovação, visa a sustentabilidade futura, pelo que merece ser acarinhado e apoiado pelos produtores.

“Este é um momento importante, acima de tudo porque nos últimos anos foi preciso reestruturar o setor, foi preciso investir na fábrica da Leite Montanha, foi preciso que os produtores acreditassem e conseguissem manter a produção”, salientou João Ponte, citado por uma nota de imprensa do executivo açoriano.

Afirmou, por isso, que a sustentabilidade do setor leiteiro na ilha do Pico passa por uma corresponsabilidade entre o Governo dos Açores, os produtores e as indústrias.

“Só unindo esforços, trabalhando em conjunto, será possível assegurar sustentabilidade ao setor leiteiro”, frisou o governante.


 


 

O titular da pasta da Agricultura referiu que se colocava à indústria o desafio de inovar, algo que “foi feito com sucesso”, e encontrar novos mercados, capazes de valorizar o que é produzido localmente.

 

“Agora, o próximo desafio é garantir a sustentabilidade do setor, o que passa pelos produtores continuarem a produzir, melhorando na qualidade, serem mais eficientes nas suas explorações, para reduzir custos e, se possível, aumentar a produção”, afirmou, referindo que a ilha do Pico é responsável apenas pela produção de 1% do total de leite produzido nos Açores.

 

Para João Ponte, se a fábrica da Leite Montanha tiver mais leite para laborar, conseguirá reduzir custos e ser mais competitiva.

 

O Governo dos Açores, acrescentou, tem de continuar a investir nas infraestruturas, no abastecimento de água, na dinamização do Centro Açoriano de Leite e Laticínios (CALL), para ser “um instrumento que dê mais notoriedade aos produtos lácteos”, assim como na sanidade animal, no melhoramento genético e nos apoios à redução de custos da atividade agrícola.



Açormédia, S.A. | Todos os direitos reservados

Este site utiliza cookies: ao navegar no site está a consentir a sua utilização.
Consulte os termos e condições de utilização e a política de privacidade do site do Açoriano Oriental.