Contrato concessão da RTP deverá ser assinado em breve

Contrato concessão da RTP deverá ser assinado em breve

 

Lusa/AO online   Nacional   22 de Out de 2014, 18:47

O presidente do conselho de administração da RTP, Alberto da Ponte, disse que o contrato de concessão de serviço público de televisão e rádio deverá ser assinado em breve.

Alberto da Ponte falava à Lusa à margem da apresentação da iniciativa de solidariedade RTP+, que decorreu nas instalações da empresa.

Questionado para quando é que o contrato de concessão será assinado, o presidente da RTP disse esperar que "seja assinado em breve".

Sobre o pedido de esclarecimento da comissão política concelhia do Partido Socialista (PS) de Vila Real sobre o futuro do serviço público naquela região, Alberto da Ponte disse que a informação já foi prestada.

O PS manifestou-se preocupado com o facto dos jornalistas da delegação de Vila Real terem cessado as suas funções, lembrando que as instalações da RTP em Vila Real, inauguradas em 2006, com um investimento de cerca de 100 mil euros, "começaram já a ser esvaziadas de algum equipamento", de acordo com uma exposição da concelhia política do partido a que a Lusa teve acesso.

Alberto da Ponte explicou que neste momento está em curso uma "política de revisão das delegações que vai ser mais abrangente", em que há conversações com a universidade e autoridades locais de Vila Real.

O gestor disse que "não é possível imaginar a RTP sem um serviço público de proximidade", não avançando com mais pormenores.

O presidente da RTP lembrou que a empresa está em processo de reorganização, tendo em vista "tornar-se mais eficiente", sendo que para tal "tem de adaptar-se às circunstâncias de transformação do novo audiovisual".

Em relação às antenas internacionais, questionado sobre se haverá novidades em breve, Alberto da Ponte afirmou: "Os canais internacionais estão sempre sujeitos a uma evolução organizacional".

Alberto da Ponte apresentou hoje a iniciativa da RTP+, que tem o mote "Toca a Todos", "uma ação de solidariedade" que tem como "causa a pobreza infantil".

Segundo o diretor-geral de Conteúdos, Luís Marinho, disse que esta "vai ser uma das maiores operações mediáticas [de solidariedade] feitas em Portugal" e que vai decorrer em todas as plataformas da RTP.

"Vai transformar-se numa grande emissão para todas as plataformas da RTP", salientou.

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