Como Ricardo Moura se prepara para os ralis

Como Ricardo Moura se prepara para os ralis

 

Rui Jorge Cabral   Motores   27 de Mar de 2017, 14:29

Apesar de Ricardo Moura não ser um piloto profissional, a sua preparação para os ralis é a mesma dos profissionais e começa muito antes da partida para o primeiro troço de um qualquer rali. (*Leia a reportagem completa sobre a carreira de Ricardo Moura no jornal Açoriano Oriental de segunda-feira, 27 de março de 2017)


Durante todo o ano, o piloto açoriano não descuida a sua preparação física com o seu treinador pessoal, Nuno Raposo, no ginásio Top Fitness. O treino está orientado para a resistência e força necessárias à condução do Ford Fiesta R5, um verdadeiro carro de competição que exige muito fisicamente do piloto, pela rapidez com que tudo se passa ao volante.

“Também do ponto de vista psicológico essa preparação ajuda, porque sei que se estiver bem fisicamente, quando vir a luz do semáforo de partida para um troço, psicologicamente vou estar também muito forte, por saber que fiz tudo o que estava ao meu alcance para estar a 100 por cento”, explica Ricardo Moura.

O piloto faz também a gestão da sua equipa de ralis e aí o segredo é não deixar nada ao acaso e ter todos os aspetos em consideração. Conforme refere Ricardo Moura, “na gestão dos recursos financeiros, há que fazer opções sobre em que é que se investe, opções essas que podem ser determinantes na nossa competitividade”.

Para a prova rainha do automobilismo açoriano, Ricardo Moura começou a sua preparação mais específica cerca de um mês e meio antes do Azores Airlines Rallye ir para a estrada, no dia 30 de março. Contudo, refere, em termos gerais, “já estou a preparar o Azores Airlines Rallye desde outubro passado”.


Por fim, na parte técnica e de condução propriamente dita, não há fórmulas mágicas: “é fazer quilómetros com o carro e experimentar soluções diferentes de afinação”, explica Ricardo Moura. Até porque, “não se pode ver nada isoladamente, no fundo é o conjunto que faz a diferença. Somos todos importantes, ou seja quando toda a nossa equipa dá o melhor de si, os resultados aparecem”, conclui o piloto.  

 

Leia também a reportagem publicada na edição impressa do jornal Açoriano Oriental de segunda-feira, 27 de março de 2017


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