Sociedade

Comissões de protecção de menores sem tempo para tratar todos os casos

Comissões de protecção de menores sem tempo para tratar todos os casos

 

Lusa / AO online   Regional   18 de Mai de 2010, 15:58

As comissões de protecção de crianças e jovens enfrentam um "grande constrangimento" na sua operacionalidade, provocado pela "falta de tempo" dos coordenadores de casos face ao volume processual, alertou esta terça-feira o presidente da comissão da Ribeira Grande, Açores.
"As comissões têm evoluído com os apoios para equipamentos e materiais, mas enfrentam um grande constrangimento relacionado com a falta de tempo dos coordenadores de casos, porque existem muitas situações urgentes que acontecem", afirmou Rui Tavares, em declarações à Lusa.

Esta é uma das questões que estará em análise no III Encontro das Comissões de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ), que decorre quinta-feira na Ribeira Grande, em S. Miguel.

Para Rui Tavares, um dos responsáveis pela organização do encontro, o problema das comissões de protecção de menores reside actualmente no tempo reduzido que os coordenadores de casos têm para trabalhar, já que prestam um serviço em regime de voluntariado e a sua permanência nas comissões não é a tempo inteiro.

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