Candidatura de Seguro apresenta orçamento de campanha de 165 mil euros

Candidatura de Seguro apresenta orçamento de campanha de 165 mil euros

 

Lusa/AO Online   Nacional   29 de Jul de 2014, 16:47

A candidatura do secretário-geral do PS, António José Seguro,anunciou que apresentará um orçamento de campanha para as primárias na ordem dos 165 mil euros, valor que foi avançado pelo dirigente socialista João Proença.

 

O ex-secretário-geral da UGT falava após ter estado presente no ato de formalização da candidatura de António José Seguro para as eleições primárias de 28 de setembro, que terá como mandatário nacional o presidente da Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP) e presidente da Câmara de Coimbra, Manuel Machado.

João Proença e os dirigentes socialistas Alberto Martins, João Soares e Jamila Madeira entregaram as 1500 assinaturas (número máximo de acordo com o regulamento) ao presidente da comissão eleitoral das primárias, Jorge Coelho, o mesmo número que, aliás, também foi apresentado pela candidatura de António Costa momentos antes na sede nacional do PS.

"De acordo com as regras do regulamento, as candidaturas às primárias, no momento em que são formalizadas, têm de apresentar um projeto de orçamento. Foi isso que fizemos, apresentando um projeto no montante global de 165 mil euros", referiu o ex-secretário-geral da UGT.

No entanto, ao contrário do que antes fizera o mandatário nacional da candidatura de António Costa, Carlos César, João Proença escusou-se para já a especificar quanto é que a sua candidatura espera receber do PS e quanto tenciona recolher em donativos privados.

"Haverá uma contribuição do partido, que depende do número total de candidaturas apresentadas, e também algumas contribuições provenientes de militantes. Mas isso só será definido após 14 de agosto e competirá à comissão eleitoral esclarecer essa matéria", sustentou João Proença.

Após o ato de formalização da candidatura de António José Seguro, o presidente do Grupo Parlamentar do PS defendeu que as eleições primárias constituirão "um passo importante para o processo de mudança do partido e do país".

"É um projeto de valores, com uma divisão clara entre política e negócios, visando o aprofundamento da democracia. Neste caminho, não estamos apenas a dar passos de combate ao Governo, mas também passos significativos em defesa da democracia e de uma mudança estrutural necessária para Portugal", advogou Alberto Martins.

 



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