As melhores frases de Marcelo nos dois anos de mandato

As melhores frases de Marcelo nos dois anos de mandato

 

Lusa/AO online   Nacional   22 de Jan de 2018, 09:19

Seleção de frases do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, desde que foi eleito, no dia 24 de janeiro de 2016:

“É o povo quem mais ordena, e foi o povo que me quis dar a honra de me eleger Presidente da República de Portugal.”

Discurso de vitória como Presidente da República.

24-01-2016

“Neste momento é fundamental que as pessoas se sintam próximas dos símbolos da pátria. A bandeira, o hino, o Presidente, o Palácio de Belém, mas sobretudo se sintam próximas umas das outras. A unidade é mais importante que a divisão dos portugueses.”

12-03-2016

“Mal fora que o Presidente irradiasse infelicidade, azedume, má disposição com a vida e com os portugueses. Portanto, que bom isso ser reconhecido, haver um elogio ao Presidente que irradia aquilo que deve irradiar.”

Comentando as declarações de Pedro Passos Coelho de que há “uma certa imagem de felicidade que irradia do Presidente”.

01-05-2016

“Desiludam-se aqueles que pensam que o Presidente da República vai dar um passo sequer para provocar instabilidade neste ciclo que vai até às autárquicas. Depois das autárquicas, veremos o que é que se passa.”

24-05-2016

“Angola sabe que Portugal é um irmão que olha para a sua pujança, para a sua potência e para o seu futuro com alegria e aposta.”

02-06-2016

“Foi o povo quem, nos momentos de crise, soube compreender os sacrifícios e privações em favor de um futuro mais digno e mais justo. O povo, sempre o povo, a lutar por Portugal. Mesmo quando algumas elites - ou melhor, as que como tal se julgavam - nos falharam.”

10-06-2016

“Sofremos muito, mas mostramos aquilo que somos, resistentes, unidos, capazes de aguentar tudo. (…) É Portugal no seu melhor.”

Após Portugal conquistar o Europeu de futebol depois de vencer na final a França por 1-0.

10-07-2016

“De cada vez que um responsável público se deslumbra com o poder, se acha o centro do mundo, se distancia dos governados, aparenta considerar-se eterno, alimenta clientelas, redes de influência de promoção social, económica e política, de cada vez que isso acontece, aos olhos do cidadão comum, é a democracia que sofre. É o 05 de Outubro que se empobrece ou esvazia.”

Na cerimónia comemorativa do 05 de outubro.

05-10-2016

“É uma excelente notícia para as Nações Unidas, porque é o melhor candidato para o cargo, é uma excelente notícia para Portugal, porque é um português de enorme valor a ocupar o lugar mais importante da mais importante organização internacional.”

Sobre o acordo no Conselho de Segurança de propor António Guterres como próximo secretário-geral das Nações Unidas.

05-10-2016

“O fundamental não é que as vacas voem, mas que os portugueses vivam melhor, que haja rigor financeiro, boas relações com a Europa, haja estabilidade política e social e que haja mais crescimento económico, mais investimento, mais exportações e mais crescimento. Se assim for, isso é bom para Portugal e mesmo que as vacas continuem a não voar.”

25-11-2016

“Os portugueses estão, sobretudo, mais descrispados, otimistas. (…) Estão mais descrispados porque pensam que há hoje um clima sem a tensão que se vivia há um ano quando foi formado um governo e depois formado outro governo e o país ficou dividido em dois.”

26-11-2016

“O que celebramos e celebraremos sempre é a nossa pátria e a nossa independência. (…) O feriado [que assinala a Restauração da Independência] nunca deveria ter sido suspenso.”

01-12-2016

“Resta a Mário Soares, como inspirador, travar o derradeiro combate, aquele em que estamos e estaremos todos com ele: (…) o combate da imortalidade do seu legado, um combate que iremos vencer, porque dele nunca desistiremos, tal como Mário Soares nunca desistiu de um Portugal livre, de uma Europa livre, de um mundo livre. E, no que era decisivo, ele foi sempre vencedor.”

Reação à morte do antigo Presidente da República, Mário Soares.

07-01-2017

“O ideal seria um mandato de seis ou sete anos. Vou tomar uma decisão sobre essa matéria [recandidatura presidencial] até setembro de 2020.”

SIC, 22-01-2017

“[A redução do défice] é obra, há que reconhecer, do Governo anterior, mas é em larga medida obra deste Governo.”

07-02-2017

“Espera-se que o Presidente da República seja uma espécie de madre Teresa de Calcutá, que espalha amor fraterno e paternal.”

09-02-2017

“[Esta solução de Governo está] de pedra e cal, é cimento armado.”

Expresso, 04-03-2017

“Os dois anos e meio que faltam para o termo da legislatura parlamentar terão de ser de maior criação de riqueza e melhor distribuição.”

No discurso comemorativo do 25 de Abril.

25-04-2017

“Eu às vezes digo: não, o senhor primeiro-ministro irrita-me um bocadinho, porque é evidente que há problema e está a tentar explicar-me que não há esse problema, e não me entra na cabeça. E depois recorro a um argumento de autoridade, a que não se deve recorrer: é que eu ando a analisar a política portuguesa há 50 anos.”

27-04-2017

“A nossa dor neste momento não tem medida, como não tem medida a solidariedade de todos nós com os familiares das vítimas da tragédia de Pedrógão Grande.”

18-06-2017

“Pensando no prestígio de Portugal, no prestígio das Forças Armadas, pensando na autoridade do Estado e na segurança das pessoas, é muito simples: tem de se apurar tudo, de alto a baixo, até ao fim, doa a quem doer.”

Sobre o roubo de material da base militar de Tancos.

04-07-2017

“Se me pergunta se eu gostava de evitar a bomba atómica [dissolução do parlamento], porque o país estava em condições tais que ela era evitável, gostava.”

Diário de Notícias, 30-07-2017

“Pelo prestígio da democracia [não comento as declarações de Cavaco Silva]. Porque se os sucessivos Presidentes da República não têm um respeito naquilo que dizem uns dos outros, em termos de forma e de conteúdo, acabam por não se fazer respeitar pelo povo.”

Comentando a crítica feita na véspera pelo ex-Presidente da República, Cavaco Silva, à maioria dos políticos europeus.

31-08-2017

“Eu quando viro à direita em Portugal, a direita está distraída a bater na esquerda, não nota. Em vez de aproveitar, não nota.”

08-09-2017

“É preciso olhar para o ano que vem e, sobretudo, quando se conceber o Orçamento para 2019, resistir à tentação de ele ser um Orçamento eleitoralista.”

13-10-2017

“Mais de 100 mortos [nos incêndios florestais] em menos de quatro meses não mais sairão do meu pensamento, como um peso enorme na minha consciência e no meu mandato presidencial. (...) Estas mortes representam a fragilização dos portugueses.”

17-10-2017

“É justificável que se peça desculpa. Quem não entenda isto, humildade cívica e rutura com o que não provou ou não convenceu, não entende nada do essencial que se passou no nosso país.”

Numa declaração ao país, feita a partir da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, concelho do distrito de Coimbra, que foi um dos mais afetados pelos incêndios.

17-10-2017

“Quando olham agora para Portugal olham para o país que tem o presidente do Eurogrupo. Não é exatamente a mesma coisa. Era um patinho feio, para muitos, muito feio, há dois anos, e agora, de repente, é um cisne resplandecente.”

04-12-2017

“O ano que ora começa tem de ser (…) o ano dessa reinvenção. (…) Reinvenção da confiança dos portugueses na sua segurança, que é mais do que estabilidade governativa, finanças sãs, crescente emprego, rendimentos. É ter a certeza de que, nos momentos críticos, as missões essenciais do Estado não falham nem se isentam de responsabilidades.”

Mensagem de Ano Novo 2018

01-01-2018

“Quando aqueles que trabalham no setor [da Justiça] conseguem chegar a consenso, pergunto-me: será tão difícil assim que os partidos políticos cheguem a consenso, não direi nas 88 propostas, mas em muitas das propostas apresentadas?”



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