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Diogo Caetano aponta falta de fiscalização como um dos grandes problemas do sector ambiental
Paulo Nascimento fala no impacto ambiental das SCUTS
Dirigente da Quercus refere outros aspectos negativos
Diogo Caetano fala sobre outras medidas urgentes
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Regional | 2009-07-28 16:31
Diogo Caetano, presidente da Associação Amigos dos Açores, aponta a falta de fiscalização como uma "das grandes deficiências de gestão que existem em algumas áreas" do sector ambiental.
"A nível de outros aspectos negativos temos as plantas invasoras que de facto são uma ameaça em muitas das áreas", acrescentou Diogo Caetano em declarações à Açores TSF.
Já o presidente da Quercus de São Miguel, Paulo Cabral, refere que o processo das construções das SCUT "está a criar um enorme e fortíssimo impacto visual e ambiental que já devia ter sido acautelado", como adiantou a Açores TSF.
Para além disso, para Paulo Cabral nos Açores há pouca discussão pública sobre o ambiente e "deviam ser implementados sistemas de fiscalização mais activos e incisivos" e também "nós temos que ter uma legislação mais adequada de modo a não permitir estes atentados à natureza".
O dirigente da Associação Amigos dos Açores reivindica como medidas urgentes "a publicação de planos de ordenamento e de gestão para as áreas que agora estão classificadas".
De acordo com as associações o facto do património natural dos Açores ser riquíssimo é a razão pela qual as autoridades devem actuar com mais empenho e eficácia neste sector.
Rita Sousa/Açores TSF
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