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Independência dos Açores não é assunto encerrado
Regional | 2009-05-19 18:48
Debate público sobre movimento independentista nos Açores promovido por estudantes universitárias reuniu históricos da FLA ou próximos dela. Entre relatos do passado sobressairam lamentos por um processo falhado
O sentimento independentista continua bem vivo nos Açores e muitos que hoje são não-independentistas em breve serão independentistas, permitindo que a curto/ médio prazo o movimento ganhe nova importância.
Esta é a convicção de José de Almeida, fundador e líder da Frente de Libertação dos Açores (FLA), movimento independentista criado em Abril de 1975, em Londres e que desenvolveu um processo político e diplomático, a par de acções populares, algumas delas de cariz violento, com vista à independência dos Açores face a Portugal.
O líder histórico da FLA reafirmou as suas convicções independentistas e o seu “optimismo” ontem, durante um colóquio sobre o movimento, promovido por duas alunas do curso de Estudos Europeus e Política Internacional da Universidade dos Açores.
Aquele encontro, cujo objectivo para as promotoras foi o de dar a conhecer a existência e actividade da FLA aos mais jovens e o de abrir caminhos para novas pesquisas sobre o movimento independentista açoriano, mereceu o elogio de José de Almeida que o classificou como uma “grande oportunidade” para se debater a luta independentista nos Açores, “algo que seria impensável há 34 anos atrás” e dá-la a conhecer aos mais jovens.
Esta é a convicção de José de Almeida, fundador e líder da Frente de Libertação dos Açores (FLA), movimento independentista criado em Abril de 1975, em Londres e que desenvolveu um processo político e diplomático, a par de acções populares, algumas delas de cariz violento, com vista à independência dos Açores face a Portugal.
O líder histórico da FLA reafirmou as suas convicções independentistas e o seu “optimismo” ontem, durante um colóquio sobre o movimento, promovido por duas alunas do curso de Estudos Europeus e Política Internacional da Universidade dos Açores.
Aquele encontro, cujo objectivo para as promotoras foi o de dar a conhecer a existência e actividade da FLA aos mais jovens e o de abrir caminhos para novas pesquisas sobre o movimento independentista açoriano, mereceu o elogio de José de Almeida que o classificou como uma “grande oportunidade” para se debater a luta independentista nos Açores, “algo que seria impensável há 34 anos atrás” e dá-la a conhecer aos mais jovens.
Leia esta notícia na íntegra no jornal Açoriano Oriental de Quarta-Feira, Dia 20 de Maio de 2009
Rui Leite Melo
2 Comentário(s)
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- joao rapace 2009-06-05 22:10:15
- Deste senhor que não conheço, mas eu como português tamb+em sou a favor da independência dos açores. É preciso homem destes para continuarem a defender a independência para que ela não morra e continue presente no coração dos açorianos tal como no meu. Eu sou português e tamb+em defendo a independência das ilhas açorianas porque acho que ficam muito caras a Portugal. Eu como contribuinte português não quero continuar a pagar despesas aleatórias. Os açores podem arranjar outro país para suportarem as suas despesas eu desejo-o do fundo do coração sem qualquer tipo de inveja ou patriotismo balofo. Vocês juntem-se a este senhor e façam manifestações que Portugal, acreditem dá-vos a independência, a vocês e à Madeira. Acreditem, não pensem que nós aqui ficamos a chorar por causa de vocês. Viva a vossa independência.
- joao rapace 2009-06-05 22:15:27
- Açores independentes, que bom seria para nós portugueses vivermos com algum dinheiro do bolso. Eu por exemplo gasto o meu dinheiro em muitas ilhas, não vou para os açores porque não têm praia, nem acho isso engraçado e estou-me nas tintas se palma de maiorca fala espanhol ou russo. Eu quero é fazer turismo. Quanto aos portugueses que vão para aí, eu digo-lhes, nós já não os compreendemos, se gostam daquilo, gastam o que quiserem, mas aquilo é indiferente paertencer a Portugal ou aos EUA. Por mim vocês podiam ser aquilo que quiserem, menos portugueses, porque poupava dinheiro enquanto contribuinte.








