Jornal de campanha

PDA insiste na inclusão da disciplina de História dos Açores

Regional /
José Ventura em campanha

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À semelhança do que aconteceu na campanha das Regionais de 2004, o dirigente do Partido Democrático do Atlântico (PDA), José Ventura,  fez questão de dedicar uma tarde de campanha a visitar a Escola Secundária da Ribeira Grande, por a considerá-la “um bom exemplo”, quer ao nível de infra-estruturas, quer ao nível de metodologias de ensino.
 
Em declarações aos jornalistas, o cabeça de lista por São Miguel, de entre as várias potencialidades do referido estabelecimento de ensino, fez questão de destacar o aumento do número de alunos de 900 para mais de 1500, num curto espaço de tempo. Acresce o ensino em regime nocturno que, segundo José Ventura, “é uma grande mais-valia para a população estudantil”.
Do rol de “boas práticas”, o dirigente do PDA salienta ainda o dinamismo que existe entre a Secundária da cidade nortenha e a comunidade local, recordando, a título de exemplo, uma exposição que já esteve patente ao público naquele estabelecimento de ensino.
Mas porque em matéria de educação ainda existe muito a fazer na Região, o PDA voltou a insistir na  necessidade de “erradicar de uma vez por todas o analfabetismo”.
“Se se conseguiu na Finlândia porque é que nós numa Região Autónoma não podemos conseguir”, afirmou.
 Outras das pretensões do partido de José Ventura é a inclusão  nos currículos escolares de uma disciplina de História dos Açores, a ser leccionada em todos os graus de ensino. Uma proposta que o candidato fez questão de apresentar aos estudantes e que até foi bem recebida.
“Sempre era melhor do que estudar só a História de Portugal”, sustentou uma aluna do 11ºano.
Ainda em matéria de propostas, o líder do PDA assumiu ser importante a adopção de novas estratégias em relação à avaliação dos alunos.
“Um aluno assíduo e disciplinado deverá passar no final do ano, não devendo ser penalizado por aquela meta existente entre o zero e o vinte. Isto porque, um aluno que é assíduo e disciplinado, naturalmente, ao final do ano escolar deve ter aprendido alguma coisa. É que muitas vezes a nota negativa não é a demonstração da sua ignorância”.
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