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Ministério da Defesa reforça apoio a ex-combatentes
Nacional | 2008-07-15 18:23
A revisão do protocolo de apoio a antigos e actuais militares portadores de stress pós-traumático, estabelecendo o reforço da reabilitação e reinserção social, foi esta terça-feira celebrado entre o ministério da Defesa e associação de antigos combatentes.
A cerimónia de assinatura da revisão do protocolo, que data de Outubro de 2002, foi realizada hoje no Salão Nobre do ministério da Defesa Nacional, celebrada entre o secretário de Estado da Defesa Nacional e Assuntos do Mar, João Mira Gomes, e o presidente da Associação dos Combatentes do Ultramar Português (ACUP).
Segundo João Mira Gomes, a revisão deste protocolo tem o objectivo de "criar condições para que a ACUP possa ter mais meios para o apoio" aos antigos combatentes "para além do que a rede" actual já disponibiliza, com especial incidência para os ex-militares sem-abrigo.
A revisão "é realizada em função da evolução das necessidades" prevendo a manutenção do "apoio médico, social e psicológico" prestado aos antigos militares assim como o alargamento do apoio "em alguns casos, às suas famílias", explicou o secretário de Estado da Defesa Nacional e Assuntos do Mar.
"Infelizmente não sara tudo, mas é muito importante. Através desta acção podemos chegar a outros pontos", explicou João Mira Gomes.
O secretário de Estado da Defesa Nacional e Assuntos do Mar explicou ainda que não existe "um levantamento exaustivo [dos ex-militares sem-abrigo] porque é muito difícil faze-lo" mas que este protocolo visa apoiar "um parceiro com créditos firmados como é o caso da ACUP" que tem um melhor conhecimento desta realidade pelo trabalho realizado no terreno.
Para José Nunes, presidente da ACUP, a assinatura deste protocolo é "mais um dia para ficar na história" da associação, reforçando os meios para o "apoio e rastreio a nível nacional de antigos combatentes abandonados socialmente".
O presidente da ACUP aproveitou ainda para relembrar a situação dos antigos combatentes que já estão em idade avançada, que "já são todos idosos"", e que foram abandonados pelas suas famílias e apelou a João Mira Gomes para que "assim que seja possível seja criada uma unidade de apoio" que permita resolver esta situação.
A revisão do protocolo com a ACUP, já realizado com outras associações e a Liga dos Combatentes, tem o objectivo de desenvolver a Rede Nacional de Apoio aos militares portugueses portadores de perturbação psicológica crónica, alargando o apoio a ex-combatentes desfavorecidos e algumas famílias.
Segundo João Mira Gomes, a revisão deste protocolo tem o objectivo de "criar condições para que a ACUP possa ter mais meios para o apoio" aos antigos combatentes "para além do que a rede" actual já disponibiliza, com especial incidência para os ex-militares sem-abrigo.
A revisão "é realizada em função da evolução das necessidades" prevendo a manutenção do "apoio médico, social e psicológico" prestado aos antigos militares assim como o alargamento do apoio "em alguns casos, às suas famílias", explicou o secretário de Estado da Defesa Nacional e Assuntos do Mar.
"Infelizmente não sara tudo, mas é muito importante. Através desta acção podemos chegar a outros pontos", explicou João Mira Gomes.
O secretário de Estado da Defesa Nacional e Assuntos do Mar explicou ainda que não existe "um levantamento exaustivo [dos ex-militares sem-abrigo] porque é muito difícil faze-lo" mas que este protocolo visa apoiar "um parceiro com créditos firmados como é o caso da ACUP" que tem um melhor conhecimento desta realidade pelo trabalho realizado no terreno.
Para José Nunes, presidente da ACUP, a assinatura deste protocolo é "mais um dia para ficar na história" da associação, reforçando os meios para o "apoio e rastreio a nível nacional de antigos combatentes abandonados socialmente".
O presidente da ACUP aproveitou ainda para relembrar a situação dos antigos combatentes que já estão em idade avançada, que "já são todos idosos"", e que foram abandonados pelas suas famílias e apelou a João Mira Gomes para que "assim que seja possível seja criada uma unidade de apoio" que permita resolver esta situação.
A revisão do protocolo com a ACUP, já realizado com outras associações e a Liga dos Combatentes, tem o objectivo de desenvolver a Rede Nacional de Apoio aos militares portugueses portadores de perturbação psicológica crónica, alargando o apoio a ex-combatentes desfavorecidos e algumas famílias.
Lusa/AO online
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