Vasco Cordeiro reafirma intenção de criar empresa de rádio e televisão

Vasco Cordeiro reafirma intenção de criar empresa de rádio e televisão

 

Lusa/AO online   Regional   21 de Dez de 2012, 14:16

O presidente do Governo Regional dos Açores, Vasco Cordeiro, reafirmou esta sexta-feira a intenção de cumprir a promessa eleitoral de constituição de uma empresa de rádio e televisão 100% pública e regional, mas sem avançar qualquer prazo.

“Esta proposta da minha parte é para cumprir, mas não depende apenas da parte regional, depende também do Governo da República”, afirmou Vasco Cordeiro, que se reuniu recentemente, em Lisboa, com Miguel Relvas, ministro que tutela o setor da comunicação social.

 

Na campanha para as eleições regionais de outubro, o socialista Vasco Cordeiro prometeu criar uma empresa de rádio e televisão 100% pública e regional, com ligação à concessionária nacional do serviço público, financiada com o que atualmente a RTP considera o montante mínimo para fazer funcionar o modelo de janela em vigor na RTP/Açores.

 

“O que tive oportunidade de abordar no encontro que tive foi a importância que a RTP e a RDP Açores assumem, não apenas na sua função mais direta e imediata de estação de televisão e rádio, mas o papel que têm e tiveram na construção da identidade regional”, salientou.

 

Assegurando que a proposta está a ser analisada pelo gabinete do ministro Miguel Relvas, Vasco Cordeiro reafirmou que, se os pressupostos da sua proposta forem aceites pelo Governo da República, ela será implementada no arquipélago, lembrando, porém, que a obrigação de garantir o serviço público de rádio e televisão nos Açores continuará a ser do Estado.

 

“É através do pagamento pelo Estado desse montante que nós consideramos que a obrigação do serviço público de rádio e televisão estará cumprida e que teremos condições para avançar”, referiu o chefe do executivo açoriano.

 

Entretanto, na edição de hoje, o Diário Insular indica que, segundo a Subcomissão de Trabalhadores da RTP, o futuro do canal regional será discutido num grupo de trabalho criado pelos governos regional e da República.


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