PCP/Açores diz que deslocação de doentes entre ilhas deve ter flexibilidade

PCP/Açores diz que deslocação de doentes entre ilhas deve ter flexibilidade

 

LUSA/AO online   Regional   17 de Ago de 2015, 13:59

O líder do PCP nos Açores, Aníbal Pires, disse hoje que a deslocação de doentes dentro do arquipélago deve ter "a flexibilidade" que permite o Serviço Regional de Saúde desde que acabaram os hospitais de referência, no ano passado

Aníbal Pires disse à Lusa, a propósito da visita que inicia hoje à ilha das Flores, que é conhecido "algum descontentamento dos florentinos relativamente à questão da deslocação de doentes", por continuarem a ser encaminhados, "preferencialmente", para o hospital da Horta (Faial).

No entanto, os hospitais de referência nos Açores "já acabaram" e, por isso, "a gestão das deslocações de doentes deve ter a flexibilidade que foi dada pelo Serviço Regional de Saúde", devendo os utentes ser enviados para o hospital que tem maior disponibilidade e onde o atendimento será mais célere, acrescentou o dirigente comunista, que é deputado na Assembleia Legislativa da Região Autónoma.

Nos dias em que vai estar nas Flores, Aníbal Pires vai reunir-se com a direção da Unidade de Saúde de Ilha e esta é uma das questões que quer "esclarecer", segundo disse à Lusa.

O secretário regional da Saúde dos Açores, Luís Cabral, anunciou a 15 de abril de 2014 que os centros de saúde das seis ilhas que não têm hospital passavam a poder encaminhar os seus doentes para qualquer uma das três unidades hospitalares da região.

A "livre referenciação dos utentes" para qualquer um dos hospitais da região permite às unidades de saúde de ilha escolher, por exemplo, o hospital com menor lista de espera para uma cirurgia ou consulta, sublinhou então Luís Cabral.

O dirigente do PCP vai estar nas Flores até quinta-feira e vai também reunir-se com os presidentes das câmaras municipais de Santa Cruz e das Lajes das Flores, empresários, a associação de agricultores da ilha e uma associação ambientalista.

Segundo disse à Lusa, os "principais temas" que leva na agenda destas reuniões estão relacionadas com a saúde, o setor primário, a cultura e o ambiente.

Aníbal Pires sublinhou que, no que toca ao setor primário, é uma "preocupação permanente" na agenda do PCP, por ser "a base da produção da riqueza" na região.


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