Henrique Neto espera que Marcelo Rebelo de Sousa "surpreenda"

Henrique Neto espera que Marcelo Rebelo de Sousa "surpreenda"

 

Lusa/AO online   Nacional   24 de Jan de 2016, 20:13

O candidato presidencial Henrique Neto disse esperar que Marcelo Rebelo de Sousa "surpreenda" os portugueses como novo Presidente da República e que seja um "fator positivo da mudança profunda que o país precisa".

 

A acompanhar os resultados eleitorais num hotel em Lisboa, Henrique Neto começou a sua intervenção a sublinhar a afluência dos portugueses às urnas como uma "lição de democracia".

O candidato saudou Marcelo Rebelo de Sousa como novo Presidente da República, "na esperança de que ele seja um fator positivo das mudanças profundas que o país precisa".

Henrique Neto considerou que "o futuro do país nos próximos meses e anos não vão ser fáceis".

"Durante a campanha, todos os nossos apoiantes compreenderam a necessidade de aproveitar este tempo para debater, para apresentar, não apenas os problemas que o país vive, mas também para apresentar soluções para o país, para os grandes problemas e grandes desafios que Portugal enfrenta", acrescentou.

O candidato sublinhou que a sua foi "a única candidatura que apresentou uma estratégia clara para o futuro do país" e lamentou que mais nenhum outro candidato o tivesse feito.

Henrique Neto frisou ainda que "os problemas do país não desapareceram" e prometeu continuar ativo politicamente.

"A desistência não é uma das minhas características principais e por isso vão continuar a ver-me por aí a criticar aquilo que tem de ser criticado e a propor ao país o que precisa que seja proposto", concluiu.

Aos jornalistas, Henrique Neto acrescentou ainda que não está desiludido com o seu resultado eleitoral, que para já não chega a 1%, e considerou que "o voto do povo pelo povo" é motivo de "satisfação".

A primeira reação aos resultados presidenciais chegou pelo mandatário nacional da campanha, Luís Campos e Cunha, que se mostrou satisfeito pela "normalidade democrática" com que decorreram as eleições.

Campos e Cunha considerou também "preocupante" a abstenção, que deverá ficar entre os 48% e os 53%, reforçando a "necessidade de uma reforma no sistema político".


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