Governo dos Açores prevê que testes no heliporto em Ponta Delgada decorram este mês

Governo dos Açores prevê que testes no heliporto em Ponta Delgada decorram este mês

 

Lusa/AO Online   Regional   12 de Abr de 2017, 17:45

O secretário regional da Saúde prevê que ainda este mês a Força Aérea realize testes no heliporto do hospital de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, para que a infraestrutura volte a ser utilizada.

 

“Possivelmente durante este mês, mas isso não depende de nós”, afirmou Rui Luís, à saída da Comissão Permanente de Assuntos Sociais, em Ponta Delgada, explicando que a secretaria vai agora formalizar junto da Força Aérea a realização de testes com o helicóptero.

No início do mês, a Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) aprovou o plano de emergência e autorizou a operação diurna e noturna no heliporto do hospital de Ponta Delgada, segundo um documento a que a agência Lusa teve acesso.

No documento, remetido à Saudaçor, empresa pública que gere os recursos e equipamentos de saúde dos Açores, a ANAC refere que com esta aprovação o heliporto do hospital do Divino Espírito Santo fica autorizado “para ser utilizado exclusivamente em operações de emergência médica e proteção civil, em condições VFR [regras de voo visual] diurnas e noturnas” até 30 de junho de 2019.

“A revalidação desta autorização estará dependente da realização de um exercício à escala total, tendente a testar e operacionalizar o teor do plano de emergência, durante o segundo trimestre de 2019”, adianta a missiva.

Hoje, o secretário regional da Saúde referiu que "a vinda formal" do helicóptero ao heliporto do hospital de Ponta Delgada "é o passo seguinte", algo que será formalizado para que “a Força Aérea, assim que tenha disponibilidade, possa vir fazer o teste”.

O heliporto do hospital de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, está inoperacional desde o início das obras do centro de saúde, junto à unidade hospitalar, edifício que foi inaugurado em janeiro de 2016.

Se o teste com o helicóptero falhar, assegurou o governante, será mantido o atual procedimento, que passa por utilizar o aeroporto, de onde os doentes têm rápido acesso ao hospital.

“Não sei se o erro é de planeamento, se o erro é de termos agora outro helicóptero relativamente ao que anteriormente existia quando foi construído o heliporto, portanto não há aqui necessidade de apurar responsabilidades. A necessidade é de pôr operacional o heliporto”, sustentou Rui Luis.

Em 2011, os helicópteros “SA 330 PUMA” terminaram a sua missão nos Açores. Presentemente a Força Aérea opera no arquipélago com os “EH-101 MERLIN”.

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