Gaston já se tornou numa depressão pós-tropical, Proteção Civil sem ocorrências

A Proteção Civil dos Açores informou hoje não haver qualquer ocorrência a registar por causa da passagem da tempestade tropical "Gaston", que já se tornou numa depressão pós-tropical, mas os meios continuam de prevenção até final do alerta meteorológico.


“Não há nenhum evento a registar durante o período em que estivemos sob os avisos da tempestade tropical Gaston. Felizmente não há qualquer tipo de dano nem pessoal, nem material a registar”, afirmou o presidente do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores, em declarações aos jornalistas, José Dias.

Ainda assim, e segundo o responsável, "não há uma desmobilização completa e há sempre a manutenção de algum dispositivo".

"Mas, sim, já estamos a fazer a retração dos próprios recursos humanos. Acho que a grande vantagem da preparação, e até da própria cultura do povo açoriano, é que devido à persistente passagem de fenómenos desta natureza obriga a que haja sempre já uma cultura de proteção civil muito alta baseada também em toda a prevenção e toda a sensibilização feita pelo Serviço Regional", frisou.

A meteorologista Vanda Costa, da delegação dos Açores do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) disse, em declarações à agência Lusa, que às 09:00 locais (mais uma hora em Lisboa) o centro da tempestade tropical Gaston "encontrava-se a 260 quilómetros a nordeste do Faial e já se tornou numa depressão pós-tropical".

"Já está utrapassada a situação mais problemática. Agora prevê-se uma melhoria gradual do tempo ao longo do dia de hoje no grupo Central (Terceira, Graciosa, Faial, Pico e São Jorge). Contudo nestas ilhas ainda continua em vigor, até às 18:00, um aviso amarelo devido às previsões de chuva e vento", acrescentou Vanda Costa.

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Das 20 praias que foram galardoadas em 2025, a Região passa a contar com 21, mas com menos concelhos representados. Das 88 zonas balneares este ano nos Açores, quase um quarto delas recebeu este prémio para as praias livres de contaminação microbiológica nos últimos três anos