Autor: Lusa/AO Online
“A zona com mais estragos e a zona mais afetada é na ilha de São Miguel, na freguesia da Pedreira do Nordeste, em que houve a necessidade de realojamento de três famílias. Há bastantes danos materiais, tanto nas vias de comunicação, como em habitações”, disse o presidente do Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA), José António Oliveira Dias, em declarações à agência Lusa.
O responsável adiantou que "se mantêm os constrangimentos em termos das vias de comunicação e habitações, que não podem ser ocupadas".
“Esse é o cenário e estamos a tentar a recuperar a situação para voltar à normalidade", disse José Dias, indicando que existem também danos "na parte da iluminação pública", mas que "já estão a ser intervencionados".
Na ilha Terceira, e segundo o presidente da Proteção Civil dos Açores, "registaram-se cerca de 30 ocorrências, com maior incidência na zona da Terra Chã, mas de pequena dimensão", nomeadamente intervenções "em alguns anexos" de moradias e "pátios e nas vias públicas, mas sem quaisquer danos pessoais".
"Repor a normalidade no concelho do Nordeste o mais rapidamente possível é uma das prioridades, asseguradas que estão as situações da proteção humana", salientou o responsável da Proteção Civil nos Açores, acrescentando que "neste momento não existem ocorrências ativas".
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) baixou o nível de aviso para laranja, o segundo mais grave de uma escala de quatro.
-
Trabalhadores da Empresa de Eletricidade dos Açores reclamam aumentos salariais
-
Cultura e Social
“Esta proximidade com o mar é algo que não tive durante a minha infância porque vivia