Banco D. João de Castro voltou a registar atividade sísmica

A região do banco submarino D. João de Castro, entre as ilhas de S. Miguel e Terceira, nos Açores, voltou a registar desde a madrugada de hoje pequenos sismos, ainda que nenhum tenha sido sentido pela população do arquipélago.


João Luís Gaspar, responsável do Centro de Informação e Vigilância Sismovulcância dos Açores, revelou à agência Lusa que a atividade sísmica hoje verificada naquela zona do oceano Atlântico, embora “merecendo referência”, não constitui motivo de preocupação.

A 4 de junho, primeiro dia em que se registou um incremento da atividade sísmica no banco D. João de Castro, foi sentido um abalo com intensidade máxima III/IV na Escala de Mercalli Modificada nas ilhas de S. Miguel e Terceira.

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Os municípios dos Açores, à semelhança do resto do país, aguardam que o Governo da República defina os meios de financiamento alternativos para os investimentos do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) que ainda se encontram em execução