Vasco Ribeiro e Miguel Blanco queixam-se das condições adversas do mar de Peniche
16 de out. de 2018, 14:20
— Lusa/AO Online
Depois
de terminarem as respetivas baterias da primeira ronda em terceiro
lugar, os dois ‘wild-cards’ portugueses queixaram-se da irregularidade
do mar da praia de Supertubos, lembrando que as previsões apontavam para
condições melhores. “As
condições estão bem difíceis. É um bocado totoloto e qualquer surfista
pode apanhar as ondas certas. Não consegui apanhar nenhuma onda boa, mas
agora vamos ao ‘round’ dois e ver se o mar melhora”, resumiu Vasco
Ribeiro, após ter sido superado pelos australianos Julian Wilson e
Connor O’Leary. Contudo,
o 20.º classificado do circuito de qualificação frisou que as condições
estão “iguais para todos”, mas considera que “quem apanhar as melhores
ondas e não cair vai passar os ‘heats’”.Miguel
Blanco reforçou as palavras do compatriota e revelou que tentou adotar
uma estratégia diferente dos brasileiros Tomas Hermes e Filipe Toledo,
que fizeram na sua bateria. “O
mar estava bastante difícil. Decidiram começar o campeonato cedo e não
há muitos tubos ainda. É mais um misto de tubos e manobras. Eu optei
procurar os tubos no lado esquerdo e eles optaram pelas manobras, mas
não tive sucesso. Agora é manter o foco para o ‘round’ dois”, contou. O período de espera do Meo Rip Curl Pro Portugal prolonga-se até 27 de outubro, na praia de Supertubos, em Peniche.