Trump recorda vítimas do 11 de setembro em cerimónia solene no Pentágono
11 de set. de 2025, 17:04
— Lusa/AO Online
“Nessa manhã terrível, há 24 anos, o tempo
parou. Hoje, como uma só nação, renovamos o nosso voto sagrado de que
nunca esqueceremos o 11 de setembro de 2001”, frisou Trump.Na
cerimónia, que contou também com a presença da primeira-dama, Melania
Trump, e do secretário da Defesa, Pete Hegseth, foram colocadas coroas
de flores e lidos os nomes das 125 vítimas mortas na sede do
Departamento de Defesa, atingido por um avião em que seguiam 59 pessoas,
também elas falecidas. No mesmo dia foram destruídas as Torres Gémeas
em Nova Iorque.Quase 3.000 pessoas
morreram em 11 de setembro de 2001, quando membros da rede terrorista
Al-Qaida sequestraram quatro aviões comerciais: dois atingiram as Torres
Gémeas, um embateu contra o Pentágono e o quarto caiu na Pensilvânia,
depois de os passageiros tentarem retomar o controlo da aeronave.“Naquele
dia fatídico, monstros selvagens atacaram os próprios símbolos da nossa
civilização. Mas aqui, na Virgínia, em Nova Iorque e nos céus da
Pensilvânia, os norte-americanos não hesitaram. Mantiveram-se firmes e
mostraram ao mundo que nunca cederemos, nunca nos dobraremos, nunca nos
renderemos”, declarou.Com semblante e tom
solenes, Trump partilhou várias histórias pessoais das vítimas e dirigiu
uma mensagem de condolências às famílias, “que continuam a sentir o
vazio deixado pelos seus entes queridos todos os dias das suas vidas”.O
Presidente norte-americano destacou ainda que a captura e morte do
líder da Al-Qaida, Osama bin Laden, demonstrou a supremacia dos Estados
Unidos.“Foi uma mensagem inequívoca para
todos os inimigos do mundo: se atacarem os Estados Unidos, nós
perseguimo-los e encontramo-los”, garantiu.Tal
como em Washington, também Nova Iorque recordou as cerca de 3.000
vítimas que morreram durante e após os ataques às Torres Gémeas, entre
elas trabalhadores das empresas sediadas nos edifícios, bombeiros,
polícias e pessoal médico.Vinte e quatro
anos depois, o Instituto de Medicina Forense da Cidade de Nova Iorque
informou que mais de mil vítimas continuam por identificar.