"Sopro" de Tiago Rodrigues e Carolina Deslandes em destaque no Teatro Micaelense
6 de jan. de 2020, 20:00
— Lusa/AO Online
No dia 25 de janeiro a Companhia
Nacional de Bailado sobe ao palco do Teatro Micaelense com um
espetáculo que compreende “Adagio Hammerklavier”, “Short Cut” e “In The
Future”, três obras coreografadas pelo holandês Hans Van Manen.O
teatro chega no dia 1 de fevereiro, com a sessão para escolas do
espetáculo músico-teatral “+MARE”, e regressa a 28 de março com “Sopro”,
uma peça escrita e encenada por Tiago Rodrigues em que Cristina Vidal,
ponto do Teatro Nacional D. Maria II há mais de 25 anos, assume o
protagonismo de um espetáculo em que “são evocadas as histórias reais e
ficcionais de um teatro agora em ruínas”. A Cristina Vidal juntam-se em
palco Beatriz Maia, Isabel Abreu, Marco Mendonça, Romeu Costa e Sara
Barros Leitão.Na música, o grande destaque
é Carolina Deslandes, que atua a 14 de março, mas a época abre com o
Concerto de Ano Novo da pianista Ana Paula Andrade, a 15 de janeiro, e
com os concertos “Dentro da Caixa” que juntam, num registo intimista, os
cantautores açorianos Sara Cruz e Romeu Bairros, a 17 de janeiro, e
Luís Alberto Bettencourt e Cristóvam, a 18 de janeiro.A
música clássica encontra lugar na programação do próximo quadrimestre
com a Sinfonietta de Ponta Delgada, que, a 15 de fevereiro, traz o
pianista António Rosado para interpretar o segundo concerto para piano e
orquestra de Sergei Rachmaninoff e a terceira sinfonia de Robert
Schumann, Renana, num concerto dirigido por Jean-Sébastien Béreau.Regressa
a 21 de março com a Stabat Mater de Giochino Rossini interpretada pelo
Coro Sinfónico do Coral de São José, da Sinfonietta de Ponta Delgada,
numa formação de 40 músicos e quatro solistas, dirigidos pelo maestro
Luís Filipe Carreiro.A 07 de março, o
Teatro Micaelense recebe “Válvula” uma palestra-concerto a partir da
história do Graffiti, uma criação de António Jorge Gonçalves e Flávio
Almada para adolescentes, jovens e adultos em que, com palavras e
desenhos, António Jorge Gonçalves traça a história da representação em
murais, enquanto o MC e ativista Flávio Almada aka LBC Soldjah conta
“com palavras e música” as “contradições sociais das cidades”.O
cinema é colocado no epicentro da programação da sala de espetáculos em
2020, com “Hálito Azul”, de Rodrigo Areias, a 05 de fevereiro, “Boom
for Real”, de Sara Driver, a 04 de março, “Vitalina Varela”, de Pedro
Costa, a 08 de abril, “Apocalipse Now”, de Francis Ford Coppola, a 22 de
abril, e “Infância, Adolescência, Juventude”, de Rúben Gonçalves, a
marcar o Dia Mundial da Dança, a 29 de abril.Há,
ainda, espaço para o circo, com a Gala de Circo da Convenção de Circo
do Atlântico, que acontece a 08 de fevereiro e para a comédia, com o
espetáculo de ‘stand-up’ de Guilherme Duarte, a 24 de abril.