Sindicatos da construção juntam-se greve da CGTP no dia 17 de abril
Hoje 11:39
— Lusa/AO Online
“A Federação Portuguesa dos
Sindicatos da Construção, Cerâmica e Vidro (FEVICCOM), ao abrigo do
artigo 57.º da Constituição Portuguesa e nos termos dos artigos 530.º e
seguintes do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de
fevereiro, torna pública, para todo o seu âmbito e área estatuários, a
Greve Nacional no dia 17 de Abril de 2026, para permitir a participação
dos trabalhadores na manifestação nacional promovida pela CGTP-IN, em
Lisboa”, lê-se em comunicado. A
paralisação realiza-se das 00h00 até às 23h59 do dia 17 de Abril e para
os trabalhadores cujo turno se inicie antes das 00h00 ou termine depois
das 23h59 do dia 17, o mesmo prolonga-se até ao final do turno de dia
18, ou antecipa-se o seu início para o turno que termine no dia 17 e que
comece no dia 16.Todos os trabalhadores são abrangidos pelo pré-aviso de greve.A
CGTP anunciou no dia 18 de março "uma grande manifestação nacional"
para dia 17 de abril, em Lisboa, tendo em vista dar "continuidade" ao
"combate ao pacote laboral"."Para dar
combate ao pacote laboral", a CGTP decidiu convocar "uma grande
manifestação nacional para o próximo dia 17 de abril", em frente da
Assembleia da República, em Lisboa, para exigir ao Governo "a retirada
do pacote laboral", bem como que "haja uma inversão da política que está
a ser seguida", afirmou o secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, em
conferência de imprensa, após a central sindical ter reunido o seu
Conselho Nacional. Tiago Oliveira reiterou
que a proposta de revisão da legislação laboral representa um “profundo
retrocesso para todos os trabalhadores” e apelou a um “esforço
coletivo” para que a manifestação de 17 de abril seja “um grande momento
de luta” e de “afirmação".