Sindicato de Futebolistas desaconselha Roménia, Turquia, Grécia, China ou Arábia
6 de jul. de 2022, 17:51
— Lusa/AO Online
Segundo aquela associação
profissional, os salários em atraso são um problema recorrente e de
longa duração na Roménia e na Turquia, estando diversos emblemas romenos
em processo de abertura de falência, com graves consequências para os
atletas, que ficam sem possibilidade de se verem recompensados.O
FIFPro alertou também para a frequência com que clubes da II Liga grega
‘fecham portas’ sem saldarem as suas dívidas, sendo que a maior parte
dos futebolistas que recorreram ao Fundo de Proteção do Jogador da FIFA,
devido a salários em atraso nos últimos dois anos, estavam precisamente
em equipas helénicas.O incumprimento
salarial é também prática comum e crescente assinalada pelo FIFPro na
China, Arábia Saudita e Argélia, bem como na Líbia, neste país com a
agravante de os jogadores estrangeiros ficarem impedidos de abandonar
aquele território porque os clubes se recusam a dar-lhes os documentos
necessários.