SATA recomenda transporte de medicação na bagagem de cabine
Hoje 17:25
— Paula Gouveia/Daniela Carreiro
Recorde-se que o Açoriano Oriental noticiou esta sexta-feira que um doente oncológico que viajou num voo da Azores Airlines na quarta-feira de manhã relatou que estava ainda sem acesso à sua bagagem onde transportava um ventilador respiratório e a medicação que lhe é disponibilizada pelo hospital e que não pode ser adquirida numa farmácia comunitária.Na resposta, a companhia aérea mantém “a posição formal de não comentar publicamente casos particulares, uma vez que dispõe de canais de comunicação com os seus clientes e parceiros”, mas lembra que “as irregularidades operacionais podem ocorrer no âmbito da atividade de qualquer transportadora aérea e que existem procedimentos normalizados para dar resposta às diferentes situações”. E reitera ainda que “a companhia é parte diretamente interessada na resolução rápida dos constrangimentos que afetam os seus passageiros, procurando minimizar o respetivo impacto. Para esse efeito, disponibiliza canais específicos de assistência, através dos quais as ocorrências são registadas, acompanhadas e tratadas”.De qualquer modo, afirma que o enquadramento agora feito “não retira relevância ao constrangimento nem à necessidade de resolução da ocorrência, mas presta aos eventuais passageiros e aos leitores informação preventiva que pode ajudar a minimizar o impacto de situações semelhantes”.