Regressar em 2022 aos números de 2019 já seria bom

4 de jun. de 2020, 09:05 — Paula Gouveia

Houve uma paragem abrupta do setor turístico. Como é que a vossa empresa está a lidar com a paralisação?A nossa empresa depende essencialmente do mercado dos Estados Unidos e do Canadá, dois mercados que, neste momento, estão vedados, pois não há voos destes dois países para a Europa. E a nossa situação é particularmente aguda, na medida em que a nossa faturação está praticamente reduzida a zero, e não temos informação sobre quando é que os voos vão voltar à normalidade (...). A maior parte da nossa equipa está em lay-off, com exceção de algumas pessoas que estão a dar apoio ao cliente e da equipa de desenvolvimento tecnológico. E estamos a aguardar pacientemente por novos desenvolvimentos, mas a verdade é que fomos apanhados desprevenidos. Pode ler a entrevista na íntegra na edição desta quinta-feira, 4 junho 2020, do jornal Açoriano Oriental