Região reforça meios para reparar caminhos agrícolas
30 de dez. de 2019, 17:54
— Lusa/AO online
“Há
trabalho a fazer em várias ilhas para garantir melhores condições de
trabalho aos agricultores que utilizam os caminhos agrícolas afetados
pelos sucessivos temporais que se têm feito sentir na região e, mais uma
vez, o Governo [Regional] está empenhado em dar uma resposta rápida e
eficaz aos agricultores”, afirmou João Ponte, citado numa nota enviada
às redações pelo executivo regional. O
titular pelas pastas da Agricultura e das Florestas falava à margem de
uma visita a caminhos agrícolas nas Capelas, concelho de Ponta Delgada,
acrescentando que "os trabalhos já começaram", de modo "a repor a
normalidade nos caminhos afetados". Na
visita, o governante, acompanhado pela diretora regional dos Recursos
Florestais, pelo presidente do conselho de administração do Instituto
Regional de Ordenamento Agrário (IROA) e pelo presidente da Junta de
Freguesia das Capelas, sublinhou ainda que o executivo "ajudará o setor
agrícola a recuperar de mais uma intempérie natural, tal como tem
acontecido em outras situações similares".
O secretário regional "agradeceu o empenho dos colaboradores nesta
época festiva" e referiu que "este esforço financeiro extraordinário que
está a ser concretizado em várias ilhas não vai afetar o plano de
investimento na modernização das infraestruturas agrícolas previsto para
2020”. João Ponte realçou ainda que no
próximo ano serão investidos 1,7 milhões de euros em caminhos agrícolas
na ilha de São Miguel. Especificamente
no concelho de Ponta Delgada, "estão previstas intervenções, por
exemplo, no caminho rural dos Arrebentões, na freguesia das Sete
Cidades, na pavimentação do caminho rural das Pernadas, na freguesia de
Santo António, além da pavimentação de alguns troços dos caminhos rurais
do Rolo, nas Feteiras, e Murtas, nos Ginetes".A
Associação Agrícola de São Miguel alertou hoje para a "degradação" de
vários caminhos agrícolas e rurais devido ao mau tempo nas últimas
semanas, defendendo "medidas adequadas" que "permitam regularizar
rapidamente a situação".Numa nota enviada
às redações, a associação referiu ainda estar "disponível para colaborar
com o Governo dos Açores na elaboração de um levantamento dos caminhos
afetados”.