Receitas das empresas de trabalho temporário caem
Trabalho
12 de jan. de 2010, 16:18
— Lusa / AO online
"O sector facturou 800 milhões de euros em 2009, contra os mil milhões de euros facturados em 2008", disse o presidente da Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego (APESPE) em declarações à Lusa.
"Houve uma quebra geral no sector, sobretudo com origem em três sectores de actividade, o automóvel, a construção civil e obras públicas e alguma indústria de mão-de-obra intensiva", justificou.
Pela positiva, Marcelino Pena Costa aponta o crescimento observado em alguns sectores, sobretudo na área das tecnologias da informação, mas também no ramo alimentar que, apesar da crise, manteve "alguma estabilidade".
Para 2010, o presidente da APESPE "não acredita ainda na retoma tão esperada".
"Há pequenos sinais mas são pontuais, os grandes problemas que se colocaram no princípio da crise continuam por resolver e portanto continuamos um pouco intranquilos em relação às medidas tomadas, quer no contexto nacional, quer no contexto internacional", afirmou.
A APESPE lança hoje um portal gratuito de ofertas de trabalho, que visa ser uma ferramenta no combate ao desemprego.