PSD/Terceira indicou deputado António Ventura para número dois às legislativas pelos Açores

Eleições

1 de jul. de 2019, 14:59 — Lusa/AO Online

“O meu nome foi indicado pelas estruturas da ilha Terceira para esta lista, ocupando o número dois”, avançou, questionado pelos jornalistas sobre a lista do PSD no círculo eleitoral dos Açores às eleições legislativas de outubro, à margem de uma visita ao Estabelecimento Prisional de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.António Ventura confirmou que o nome do atual presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, José Manuel Bolieiro, também está em cima da mesa, mas frisou que a lista ainda não está fechada. “O nome de José Manuel Bolieiro é um nome que tem sido falado, está em cima da mesa. Penso que não está neste momento nada fechado. Hoje à noite será apresentada pelo presidente do PSD/Açores uma lista candidata e esta lista será votada na Comissão Política Regional, ou passa ou não passa”, salientou.O nome de José Manuel Bolieiro para encabeçar a lista do PSD pelos Açores às legislativas de outubro tem gerado alguma discórdia dentro do partido, o que para António Ventura é “normal”.“Qualquer processo num partido político dá sempre origem a debates acesos e a divergências. Se fosse unânime, os partidos não tinham debate de ideias e isso é necessário”, frisou, alegando que a discordância “é saudável, é natural e é desejável”.Há quatro anos, o PSD candidatou pelo círculo eleitoral dos Açores a ex-líder regional do partido Berta Cabral, em primeiro lugar, e o então deputado regional António Ventura, em segundo.No fim de semana, foram divulgados seis cabeças de lista do PSD às eleições legislativas: o presidente do Conselho Nacional de Juventude, Hugo Carvalho, pelo Porto; a vereadora de Cascais Filipa Roseta por Lisboa; a deputada e líder da JSD Margarida Balseiro Lopes por Leiria; a investigadora universitária Ana Miguel Santos (que tinha sido candidata a eurodeputado no 8.º lugar na lista do PSD) por Aveiro; o vogal da Comissão Política Nacional e vereador em Guimarães André Coelho Lima por Braga; e a advogada Mónica Quintela, porta-voz para a Justiça do Conselho Estratégico Nacional (CEN), por Coimbra.