PSD/Açores diz que Orçamento discute-se num cenário de condições “nunca dantes vistas”
25 de nov. de 2024, 12:02
— Lusa/AO Online
“A
discussão do Orçamento e Plano de Investimentos para 2025 faz-se num
cenário de condições nunca dantes vistas nos Açores: o indicador da
atividade económica cresce consecutivamente há mais de 40 meses, o
desemprego é o segundo mais baixo do país, em valores só comparáveis com
os verificados em 2007, e a população empregada regista o maior valor
de sempre: mais de 120 mil açorianos empregados”, disse o deputado
Joaquim Machado.O social-democrata falava
no arranque da discussão do Plano e Orçamento dos Açores para 2025, que
começou na cidade da Horta, na ilha do Faial.Na
sua intervenção, Joaquim Machado observou que, “por muito que isso
custe à oposição”, esses são resultados da governação do executivo
PSD/CDS-PP/PPM, do “sucesso de novas políticas e novos protagonistas”. “Estamos
verdadeiramente a mudar os Açores, a construir um futuro de confiança”,
salientou o deputado do PSD, insistindo que “o caminho está definido:
economia em crescimento, diferencial fiscal (IVA e IRS mais baixos do
país), aumento do investimento público, com prioridade para a execução
do PRR [Plano de Recuperação e Resiliência] e dos fundos comunitários no
âmbito da programação Açores 2030, controlo da trajetória da dívida
pública, aposta em políticas sociais com justiça e equidade”.Reconhecendo
que “a tarefa é complexa e coloca desafios pertinentes, como o
equilíbrio entre a despesa e a receita”, Joaquim Machado salientou que
"nesta matéria abundam os chamados 'teóricos de pacotilha', sempre
disponíveis para lançar milagrosas soluções, de dedo em riste, acusador,
incapazes de dizerem ao que vêm”. “É manifestamente o caso do PS”, criticou.Joaquim
Machado reforçou ainda que o PS “chega a este debate sem propostas
concretas, sem alternativas”: “Francisco César [presidente regional do
PS] poderá um dia vir a ser alternativa a Vasco Cordeiro, quem sabe, mas
o PS não é hoje a alternativa para os Açores”.“No
fim do debate veremos como votam os socialistas - seguramente contra,
ou em abstenção. Não porque fez melhor, nem porque seria capaz de fazer
mais, mas na vã tentativa de impedir que o governo do PSD/CDS/PPM faça o
que o PS gostaria de fazer. Faça muito e bem pelos Açores”,
acrescentou.