PS aprova esta quinta-feira lista de candidatos ao Parlamento Europeu
Europeias
28 de fev. de 2019, 10:44
— Lusa/AO Online
A
proposta de lista de candidatos do PS ao Parlamento Europeu será
apresentada pelo secretário-geral, António Costa, logo no início da
reunião da Comissão Política Nacional,
em Lisboa,
que está marcada para as 20 horas (hora dos Açores), sendo votada depois de um período de debate interno.Encabeçada
pelo ex-ministro do Planeamento e das Infraestruturas Pedro Marques, a
lista será totalmente paritária em termos de género e terá ainda como
critério base a cobertura regional em termos de candidaturas.Para
número dois da lista deverá entrar a ex-ministra da Presidência e da
Modernização Administrativa Maria Manuel Leitão Marques.Ainda
entre os oito lugares considerados de eleição direta - o número de
mandatos alcançados pelo PS nas eleições para o Parlamento Europeu de
2014 -, são dados como certos os atuais eurodeputados Pedro Silva
Pereira e Carlos Zorrinho, assim como a ex-secretária de Estado dos
Assuntos Europeus Margarida Marques e os dois nomes propostos pelas
estruturas regionais dos Açores e da Madeira, André Bradford e Sara
Cerdas, respetivamente.Segundo
fonte da direção socialista, em aberto estão ainda os oitavo e nono
lugares da lista que será proposta por António Costa.Para
o oitavo lugar, um lugar a atribuir a uma mulher, são colocadas como
hipóteses as deputadas Isabel Santos (cuja ação política está
diretamente relacionada com as questões dos refugiados e dos direitos
humanos na Europa), Sónia Fertuzinhos e a presidente do Departamento das
Mulheres Socialistas, Elza Pais.Em
relação ao nono lugar, Manuel Pizarro, líder da Federação socialista do
Porto, a maior do país, tem manifestado descontentamento por lhe estar a
ser proposta uma colocação num lugar na chamada “zona cinzenta” de
eleição.Após a
eleição da lista de candidatos às eleições europeias, a reunião da
Comissão Política do PS tem ainda um ponto da ordem de trabalhos
dedicado à análise da situação política.Em 09 de março irá reunir-se a Comissão Nacional, o órgão máximo entre congressos, para aprovar o manifesto eleitoral.