Proença fala em excertos de conversas distorcidas, incompletas e descontextualizadas
Hoje 17:26
— Lusa/AO Online
Em
causa estão os áudios de Pedro Proença divulgados na terça-feira pelo
jornal Record, quando ainda era presidente da Liga Portuguesa de Futebol
Profissional (LPFP), e que também estavam a circular em diversas redes
sociais, em que o atual líder da FPF critica a qualidade dos árbitros
portugueses, recorda processos judiciais do Benfica e fala também de
forma pouco simpática sobre José Fontelas Gomes, atual vice-presidente
da FPF. “As conversas agora vindas a
público – repito, privadas, informais, truncadas, meticulosamente
selecionadas, incompletas e descontextualizadas - foram mantidas há mais
de dois anos, num contexto pré-eleitoral, com todos os clubes do
futebol profissional e todos os restantes stakeholders do futebol
português, em reuniões nas quais me apresentei, única e exclusivamente,
como candidato às eleições para a Federação Portuguesa de Futebol”,
começou por escrever, nas redes sociais. O
líder máximo da FPF revela que naquelas reuniões “foram abordadas
diversas matérias relevantes para o futuro do futebol português, entre
as quais a arbitragem, a disciplina ou a equipa" que o acompanharia no
seu projeto, caso fosse escolhido pelos sócios ordinários da FPF.Depois,
convidou “todos a fazerem uma reflexão, de forma séria”, face “à forma
contextualmente deturpada” com que foram apresentadas as conversas e ao
“timing da divulgação”. Por fim, deu
conta de que irá “acionar todos os meios legais à disposição contra
quem, de forma ilegal e cobarde, contribuiu para a obtenção e posterior
divulgação pública” dos áudios.