“Não
vamos conseguir com as vacinas que temos terminar a primeira fase antes
de 31 de março, vamos prolongar para abril este período”, disse
Henrique Gouveia e Melo na reunião do Infarmed, que junta peritos,
Governo e o Presidente da República e onde está a ser analisada a
situação epidemiológica da Covid-19 em Portugal.Esta
situação, explicou Gouveia e Melo, que sucedeu a Francisco Ramos no
cargo, “não é um problema de administração, nem da velocidade da
administração, é um problema logístico e um problema da disponibilidade
de vacinas à chegada a Portugal e, portanto, de acesso a vacinas”.