Priberam divulga as 24 palavras de temas da atualidade mais pesquisadas em 2018
18 de dez. de 2018, 12:18
— Lusa/AO Online
Este
é o segundo ano consecutivo em que o dicionário Priberam e a Agência
Lusa se associam numa iniciativa para o ‘site’ O Ano em Palavras, no
qual as palavras mais pesquisadas ilustram os principais eventos que
marcaram cada um dos meses do ano que agora chega ao fim.Essas
palavras são divulgadas em http://oanoempalavras.pt/, ‘site’ que
integra também conteúdos noticiosos da agência Lusa que contextualizam
cada uma das palavras, ilustrando-as com fotografias captadas pelos seus
fotógrafos.O
‘site’ está estruturado com as palavras apresentadas cronologicamente,
de janeiro a dezembro e, para cada palavra, é possível aceder ao seu
significado no Dicionário Priberam bem como ao artigo da Lusa sobre o
evento que motivou as pesquisas, explica a Priberam, em comunicado.Para
este projeto, foram recolhidas as palavras que, devido ao elevado
número de pesquisas diárias, “ganharam destaque na nuvem do dicionário
ao longo do ano”.A
partir desta “nuvem”, os editores da Lusa escolheram as duas que
consideraram mais relevantes em cada mês, em termos da atualidade
nacional e internacional.Assim,
entre as mais de duas centenas de palavras que estiveram no topo das
consultas no Dicionário Priberam, foram selecionadas 24 (por ordem
cronológica): vetar, desembargador, lóbi, sistemática, bicefalia,
arguido, milícias, messianismo, penta, eutanásia, desnuclearização,
trivela, peculato, gentrificação, porto seguro, respeito, acervo,
húbris, mito, ministro, armistício, aviltante, revogar e tiroteio.Outras
palavras que ocuparam também lugar de destaque nas pesquisas dos
utilizadores do dicionário Priberam foram cacique, interstício,
subversiva, mulher, inelegível, exumação, triatleta, esfaqueamento,
fascismo e democracia, chapo, coscuvilhice e aluimento foram outras das
palavras de temas da atualidade mais pesquisadas.Neste
ano, o Dicionário Priberam mudou também de domínio, para
dicionario.priberam.org, que justifica com o facto de a maioria dos
acessos não ser de Portugal, “refletindo assim o número de falantes da
língua espalhados por todo o mundo”.A
Priberam assinala ainda que os recordes de consultas no Dicionário
Priberam voltaram a ser batidos, com cerca de 132 milhões de pesquisas
desde janeiro de 2018 e um total de quase 37 milhões de consulentes.