PPM/Açores diz que Orçamento para este ano significa recuperar tempo perdido
23 de mai. de 2024, 17:58
— Lusa/AO Online
“O PPM apoia este Orçamento. É o
caminho da valorização de muita gente e de muitas coisas. Significa
recuperar o tempo que nos fizeram perder e que resultou num grave
prejuízo para os açorianos. Agora é tempo de [a região] voltar a
avançar”, disse João Mendonça, deputado único do PPM, partido que
integra a coligação governamental com o PSD e o CDS-PP.O
deputado único do PPM, que falava no parlamento regional açoriano, no
terceiro dia do debate sobre o Plano e Orçamento do Governo Regional
(PSD/CDS-PP/PPM) para 2024, no período das intervenções finais dos
partidos, considerou que “as regras simples, que regeram a vida da
maioria dos açorianos ao longo de gerações, são as que [se] devem
aplicar [a] um bom Governo”.João Mendonça
lembrou que o PS governou a região durante 24 anos e quando o executivo
da coligação assumiu o poder “optou, e muito bem, por parar o
endividamento e pagar as dívidas que o PS assumiu em nome dos Açores”.Relativamente
ao Orçamento desde ano, deputado salientou que após a aprovação do
documento “os funcionários públicos passam a progredir nas suas
carreiras em apenas seis anos, em vez dos 10 do tempo do PS”,
considerando ser justo que assim seja, já que "têm perdido poder de
compra de ano para ano”.Por outro lado,
“nunca se investiu tanto na educação” como agora, “nunca se contrataram
tantos professores” e “nunca se atribuíram tantos apoios na escola e
para a entrada na Universidade”, acrescentou.“No
conjunto gastam-se, este ano, mais 44 milhões de euros na saúde e na
educação. Nunca, na nossa história, se gastou tanto na educação e na
saúde, e ainda não chega, eu sei. Mas, também sei que este é o caminho
certo. Esta é a ‘chança’ [como dizem os habitantes da ilha do Corvo, de
onde o deputado vive], ou seja, a oportunidade de melhorar as coisas”,
apontou.O parlamentar do PPM destacou
ainda que “pagam-se agora, nos Açores, muito menos impostos que no resto
do país”, considerando “a canga dos impostos tem de permanecer o mais
baixa possível e é isso que vai acontecer com este Governo [Regional] e
este Orçamento”.Quanto à economia
açoriana, disse, “continua a crescer ao fim de 34 meses consecutivos” e o
número de empregados é o mais alto da história açoriana.“Tudo isto comprova que estamos a seguir o caminho certo”, afirmou.