Segundo
avançou a RTP/A, as buscas da PJ visaram um contrato alegadamente
ferido de ilegalidade envolvendo uma ex-colaboradora da empresa pública. A colaboradora em causa terá entrado como assistente de recursos
humanos e exercido depois funções como adjunta do conselho de
administração, então liderado por Miguel Costa. A PJ não se pronunciou
sobre o assunto.