Peregrinação de agosto a Fátima presidida por bispo de Fall River, EUA
26 de jul. de 2022, 15:00
— Lusa/AO Online
Esta
peregrinação, que tradicionalmente leva à Cova da Iria muitos
emigrantes portugueses, além de comunidades de imigrantes, assinala os
50 anos da Semana Nacional de Migrações e os 60 anos da Obra Católica
Portuguesa de Migrações (OCPM).Estes
aniversários suscitam “um conjunto de sentimentos e bons propósitos:
sentimentos de ação de graças ao Senhor por estes abençoados e fecundos
anos, cheios de vitalidade; sentimentos de gratidão a quantos serviram e
servem dedicadamente esta obra”, segundo uma mensagem da Comissão
Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana (CEPSMH), citada
pela agência Ecclesia.A realidade “é muito
diversa da de então: os emigrantes da década 60 e 70 do século passado
estão, em regra, bem integrados nos países para onde emigraram, assim
como os seus descendentes; os novos emigrantes neste milénio
apresentam-se como uma geração com maior grau de instrução e
profissionalmente mais preparados”, reconhece a nota.A
CEPSMH alerta, no entanto, que “o número de imigrantes a chegarem a
Portugal aumenta todos os dias, com os desafios que isso acarreta”.“A realidade dos refugiados e do tráfego humano, que chegam à Europa, entra-nos pelos olhos e pelo coração adentro”, acrescenta.Os
dias 12 e 13 de agosto recebem a terceira grande peregrinação do ano ao
Santuário de Fátima, depois de 12 e 13 de maio e 10 de junho
(Peregrinação das Crianças). Em 12 e 13 de outubro, a última
peregrinação aniversária do ano à Cova da Iria, as cerimónias serão
presididas pelo bispo de Leiria-Fátima, José Ornelas.