Paulo Moniz quer modelo “tarifa Açores” nas viagens para o continente

Legislativas

7 de mai. de 2025, 11:51 — Carolina Moreira

O cabeça-de-lista da coligação PSD/CDS/PPM pelo círculo dos Açores às eleições legislativas nacionais de 18 de maio, Paulo Moniz, defendeu na segunda-feira “o objetivo de ver aplicado nas ligações aéreas entre os Açores e o continente português o modelo da ‘Tarifa Açores’”.Em comunicado, o candidato social-democrata reafirmou ser “contra o teto máximo de 600 euros que se encontra em vigor”, assumindo o compromisso de defender junto do Governo da República “que cada açoriano deverá pagar no máximo o valor tabelado da tarifa”, ou seja, os 119 euros.Paulo Moniz defendeu ainda que “o objetivo final é que seja feito um encontro de contas entre o Estado e as companhias aéreas”. Em nota de imprensa, o candidato da coligação pelo círculo dos Açores defendeu igualmente que o modelo do Subsídio Social de Mobilidade tem de ser “estável e duradouro, independentemente das companhias aéreas que operem estas rotas”.Paulo Moniz recordou que, em 2015, pela mão de um Governo PSD/CDS, foi criado o Subsídio Social de Mobilidade que, aliado à abertura e liberalização do espaço aéreo dos Açores, contra a vontade do Partido Socialista, permitiu que passássemos a receber um conjunto de voos que dão a possibilidade aos açorianos de deixarem de estar limitados, como estavam, ao isolamento das ilhas”.Em declarações à comunicação social, o social-democrata lembrou também que foi “o Governo de Luís Montenegro que baixou este ano os valores para sair da Região para o continente e para a Madeira, para os estudantes, para os residentes e para os imigrantes”.De entre as medidas adotadas pelo Governo de Luís Montenegro, já está em curso “a implementação de uma plataforma eletrónica para que os açorianos deixem de ser obrigados a ir para as filas nos CTT”, reforçou em comunicado.Paulo Moniz deixou ainda um apelo aos eleitores dos Açores para que, no dia 18 de maio, “exerçam o seu direito de voto e deem à coligação PSD/CDS/PPM mais força, para que continuemos na Assembleia da República a defender os seus interesses”, pode ler-se na nota de imprensa enviada às redações.