Parlamento aprova alterações à lei da interrupção voluntária da gravidez

20 de nov. de 2015, 11:48 — Lusa/AO online

  Em causa está o fim da introdução de taxas moderadoras na prática da IVG, obrigatoriedade de a mulher comparecer a consultas com um psicólogo e um técnico de serviço social, bem como a possibilidade de os médicos objetores de consciência poderem participar nas várias fases do processo de aconselhamento.