Para Avelino Meneses a greve de professores é "difícil" de entender

3 de jan. de 2018, 16:35 — Miguel Bettencourt Mota

Citado por uma nota de imprensa do executivo açoriano, o secretário regional frisou que as carreiras foram “descongeladas anteontem [1 de janeiro]” - o que se irá traduzir na progressão de cerca de dois mil professores já em 2018 - e lembrou que, no que se refere à recuperação do tempo de serviço “congelado”, o Governo Regional “assumiu o compromisso solene” de adotar a solução que venha a ser encontrada para o continente.  O titular da pasta da Educação comentava, em declarações à comunicação social, os dados da adesão a esta greve convocada pelo Sindicato Democrático dos Professores dos Açores (SDPA), indicando que, ao final da manhã, se situava em 12%.  De acordo com a mesma nota de imprensa, Avelino Meneses adiantou que, no que se refere ao tempo “congelado”, estão a decorrer negociações entre o Ministério da Educação e os sindicatos, nas quais estão incluídos participantes das estruturas representativa dos docentes dos Açores.  O governante frisou, por outro lado, que, em matéria geral de carreiras, “não há motivo” para a reabertura de um processo encerrado há dois anos e que se traduziu na publicação do novo Estatuto da Carreira Docente.  “Nos Açores, é bom dizê-lo, os docentes possuem a carreira mais favorável do país, mais curta, sem quotas para feitos de progressão e com um regime de avaliação mais favorável”, salientou.A paralisação prolonga-se até sexta-feira.