Pandemia já matou mais de 1,25 milhões de pessoas no mundo
Covid-19
9 de nov. de 2020, 13:05
— Lusa/AO Online
Mais de
50.376.020 casos de infeção foram registados desde o início da pandemia e
pelo menos 32.718.100 pessoas foram consideradas curadas, adianta o
balanço da agência de notícias francesa AFP. O
número de casos diagnosticados apenas reflete uma fração do número real
de contaminações já que diversos países apenas testam os casos mais
graves, outros privilegiam os testes para rastreio e numerosos países
pobres apenas dispõem de capacidades limitadas de despistagem.Nas
últimas 24 horas, registaram-se 5.620 novas mortes e mais 484.920
infetados em todo o mundo, sendo que os países que registaram mais
mortes no último dia foram os Estados Unidos (548), a Índia (490), e o
Irão (459).Os Estados Unidos continuam a
ser o país mais afetado pela covid-19, tanto em número de mortos como de
casos, com um total de 237.584 mortos entre 9.972.333 casos, segundo o
balanço da universidade Johns Hopkins.Depois
dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil, com 162.397
mortos em 5.664.115 casos, a Índia com 126.611 mortos (8.553.657 casos),
o México com 95.027 mortes (967.825 infetados) e o Reino Unido com
49.044 mortes (1.192.013 casos).Entre os
países mais afetados, a Bélgica é o que conta mais mortos em relação à
sua população, 113 por cada 100.000 habitantes, seguida do Peru (106),
de Espanha (83) e do Brasil (76).A China
(sem os territórios de Hong Kong e Macau) declarou um total de 86.245
casos 338 dos quais nas últimas 24 horas), incluindo 4.634 mortos (0 no
último dia), e 81.187 pessoas curadas.A
América Latina e as Caraíbas totalizavam, 412.633 mortos
em 11.636.975 casos, a Europa 307.224 mortes (12.773.490 infetados), os
Estados Unidos e o Canadá 248.090 mortos (10.233.629 infetados), a Ásia
177.323 mortos (11.076.047 infetados), o Médio Oriente 64.581 mortes
(2.742.914 casos), África 45.011 mortos (1.883.036 casos) e a Oceânia
941 mortos (29.933 infetados).O balanço
foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto
das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização
Mundial de Saúde.Devido a correções feitas
pelas autoridades e a notificações tardias, o aumento dos números
diários pode não corresponder exatamente à diferença em relação aos
dados avançados na véspera.